Crescimento Espiritual : 01/04/12 - 01/05/12

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Todas as Coisas Cooperam para o Nosso Bem Romanos 8:28

INTRODUÇÃO
Paulo não faz qualquer exceção a esse princípio. Ele diz "todas as coisas"; isso inclui todas as coisas boas e todas as coisas ruins – "cooperam para o bem".
Ninguém naturalmente gosta da aflição. Aflições podem ser muito pesadas e difíceis de suportar. E mais, caro irmão, não é certo que a aflição serve como um remédio para você nas mãos do seu grande Médico, Jesus Cristo? Vejamos resumidamente nove maneiras pelas quais nas mãos dEle as suas aflições cooperam para o seu bem estar espiritual e eterna saúde.
1. HUMILDADE
O Senhor, através da aflição mostra quem você é e o que existe dentro de você: Veja o que diz Dt. 8:15,16: "…que te conduziu por aquele grande e terrível deserto de serpentes abrasadoras, de escorpiões, e de secura, em que não havia água… que no deserto te sustentou com maná…, para te humilhar, e para te provar, e afinal te fazer bem"?
A aflição não só faz o verdadeiro crente se humilhar diante de Deus, mas o conserva humilde. A aflição faz secar o reservatório do combustível que alimenta o seu orgulho. Um crente aflito é semelhante a uma árvore carregada de frutos. Se Deus utilizar a aflição para humilhá-lo perante Ele, não estará a sua aflição cooperando para o bem?
2. REVELAÇÃO
Na aflição é como se a alma do crente fosse esquadrinhada com lanternas expondo os pecados ocultos e notórios. Quando a aflição é santificada pelo Espírito Santo, o pecado é arrancado do seu esconderijo dentro do coração e trazido à luz dos santos e perscrutadores olhos de Deus. 

Deus Não se Esquece dos Seus

Paulo afirma que aquele que começou a boa obra em nossas vidas é fiel para completá-la até o dia de Jesus Cristo. Muitas vezes achamos que tudo aquilo que foi dito a nós, Deus esqueceu, existe momentos que parece que Deus não esta mais nos ouvindo, a dor que sentimos parece não ter fim, os dias são longos e as noites maiores ainda, o sono não chega, a nossa alma grita e não tem respostas.
Eu vivi momentos assim, desde a minha conversão existiu momentos que pareciam não ter solução, momentos de intensa dor, momentos em que eu achei que só a morte poderia acabar com tanto sofrimentos, mais Deus não permitiu e me mostrou que existe outra solução e a solução é confiar no Senhor Jesus. Momentos esses que vivi que só compartilhei com uma pessoa, Jesus Cristo. Muitas pessoas têm dificuldades de pedir ajuda de falar o que realmente acontece com o seu eu interior, particularmente eu sou assim, meus problemas pessoais só o meu Senhor conhece.
Quando o Senhor nos escolheu Ele sabia das nossas dificuldades e das nossas limitações, a palavra do Senhor diz que Ele nos conhece desde o ventre de nossa mãe. O que muitas vezes nos afasta é a ansiedade a necessidade de que tudo seja resolvido logo seja em nossos ministérios ou em nossas vidas, e hoje eu posso dizer muito sofrimento poderia ter sido evitado caso eu fosse uma pessoa menos ansiosa, soubesse esperar o tempo de Deus na minha vida, isso muitas das vezes acontece porque não conhecemos a vontade de Deus não entendemos a vontade de Deus para as nossas vidas

Salas Sem Paredes

Que tempo é esse que estamos vivendo! Pessoas conectadas num computador em qualquer lugar do mundo estão trocando informações a velocidades inimagináveis, ignorando distancias e fronteiras. É o mundo interativo da rede de computadores. São sinapses eletrônicas do cérebro global. O mundo virtual desencadeia bilhões de informações de um lado ao outro do planeta. Sites de relacionamento como o Face book, Orkut e outros do gênero, se tornam mania nacional no Brasil. É evidente que frequentar sites interativos é uma boa maneira de manter contatos, mas é preciso ter cuidado para conter a raiva, a ansiedade e principalmente a curiosidade nessas salas sem paredes.
Com toda essa evolução digital o internauta se sente livre para expressar seus talentos e aspectos de sua personalidade, que podem surpreender uns e aborrecer outros, isso porque todos temos um lado ambíguo de ser e ai se não conter esses impulsos pode criar uma situação no minimo complicada. Pessoa conectada a rede fica imersa no mundo virtual e perde-se a noção de tempo e de espaço. Num relacionamento entre pessoas torna-se quase impossível num primeiro contato expor seus sentimentos. Não é o que acontece nesse mundo virtual. Como está num quase sonho de expectativas, carências afetivas, desejoso de ser reconhecido expor suas ideias se abre para o mundo interativo como se estivesse conversando com alguém que já conhece há muitos anos e o lado intimo de cada um se manifesta.

Aviva o Dom de Deus Que Há em Ti

“Por cujo motivo te lembro que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos.” 2 Timóteo 1:6
Gostaria de compartilhar algo que Deus tem falado profundamente comigo durante essas últimas semanas. Há momentos em nosso chamado em que as pressões e as lutas são tão grandes que podemos ser atingidos no meio da caminhada. O chamado de Deus é algo sublime, porém pagamos um preço por Ele. No meio das pressões que passamos, nos frustramos com pessoas, somos atingidos com feridas na nossa alma, pensamos mesmo em desistir. 
Nesses momentos difíceis somos leva a acreditar que nós não entendemos muito bem o que Deus disse. É como se o chamado não fosse para nós. Deixamos de olhar para Jesus e passamos a olhar para as circunstâncias. Perdemos o foco, esquecemos quem Deus é e quem Ele nos fez ser. Nesses momentos terríveis nossa alma entra em conflito e a nossa fé é atingida. Entramos em um processo de morte do chamado. O vigor se perde, o amor por vidas se dilui, o fervor em anunciar as boas novas se apaga. Esquecemos quem somos no espírito, os dons de Deus ficam amortecidos dentro de nós. 
Assim estava o jovem Timóteo. Seu líder e pai espiritual, o apóstolo Paulo, estava preso, e prestes à morrer, Timóteo o substituiria e estava tremendamente abalado e perdido. Paulo percebe isso e começa a ministrar sobre a vida daquele jovem. A primeira coisa que Paulo diz para Timóteo é:
1. Trazendo à memória a fé que em ti há ( versículo 5 ) – Paulo provoca Timóteo a se recordar de sua fé, a mesma que o jovem Timóteo havia recebido de sua avó e de sua mãe. 

Coelho da Páscoa ou Cordeiro da Páscoa I Coríntios 5.7

“Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois de fato sem fermento, pois também Cristo, nosso cordeiro pascal, foi imolado. Por isso cElebremos a festa , não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia e sim com os asmos da sinceridade e da verdade “. I Coríntios 5.7,8
A Páscoa chegou, enfim a data esperada por muitos chegou. Esta data é esperada pelos comerciantes de todo o mundo, pois o produto mais importante da páscoa comercial é o chocolate, e este produto é apreciado por milhões de pessoas no mundo. É esperado por familiares que aproveitam a data para reunir a família com uma comida gostosa. É esperada também pelos judeus de todo o mundo, afinal a páscoa comercial tem como base a páscoa judaica , os judeus ou Israelitas de todo o mundo, sejam praticantes ou não, se reunem em torno da história de LIBERTAÇÃO JUDAICA do velho testamento.
Os cristäos também comemoram a páscoa, mas não a páscoa judaica nem a comercial, mas a páscoa bïblica neo testamentária, não podemos esquecer que Jesus Cristo o fundador do cristianismo, praticava a páscoa judaica e a transformou em santa - ceia, portanto os cristãos de todo o mundo praticam a páscoa pelo menos uma vez por mes, e quando o mundo comemora a páscoa comercial, eles já sabem o verdadeiro sentido da páscoa.
LANÇAI FORA O VELHO FERMENTO ...
Aqui vemos um mestre das escrituras sagradas, que convoca a igreja do novo testamento a praticar a páscoa com conhecimento. A mensagem principal que Paulo extrai desta festa é a da nova vida que Deus pode oferecer a cada ser humano, a vida nova obtida apartir do momento em que reconhecemos Jesus Cristo o Nosso Cordeiro Pascal, como o Salvador de nossas vidas,

O Que é a Sexta-Feira Santa?

Sexta-feira Santa é a sexta-feira bem antes do domingo de Páscoa. É comemorada tradicionalmente como o dia em que Jesus foi crucificado. Se você está interessado em um estudo do assunto, consulte o nosso artigo que discute as diferentes posições sobre o dia em que Jesus foi crucificado. Supondo que Jesus foi crucificado e morreu em uma sexta-feira, devem os cristãos lembrar-se da morte de Jesus através da celebração da Sexta-Feira Santa?
A Bíblia não instrui os Cristãos a honrar um determinado dia em memória da morte de Cristo. No entanto, a Bíblia nos dá liberdade a fazer decisões sobre esses assuntos. Romanos 14:5 nos diz: "Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente." Ao invés de lembrar-nos da morte de Cristo em um determinado dia, uma vez por ano, a Bíblia nos ensina a celebrar a morte de Cristo através da Ceia do Senhor. I Coríntios 11:24-26 declara: "... fazei isto em memória de mim ... Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha."

O Que é o Sábado de Aleluia?

O sábado de aleluia não é bíblico, por isso não encontramos nenhuma passagem na Bíblia a respeito. 
O que posso dizer é que é o dia em que se acende o Círio Pascal, uma grande vela. O Círio simboliza a luz de Cristo, que ilumina o mundo. Na vela, estão gravadas as letras gregas Alfa e Ômega, que querem dizer "Deus é o princípio e o fim de tudo". 
A Semana Santa como a conhecemos hoje é uma prática fundada na tradição. Conheça um pouco mais sobre o desenvolvimento histórico desta tradição. 
A cada ano, os povos de cultura cristã celebram uma semana a que chamam de Santa. Ela ocorre quarenta dias após os três dias dedicados aos festejos de Carnaval e, por isso, muitos julgam que há uma relação direta entre os dois eventos. Relações existem, pois tais festividades estão ancoradas no calendário lunar, calendário comum dos povos mais antigos que festejavam a fertilidade da terra. Entretanto a Semana Santa é, para os cristãos, a celebração do Mistério da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo e isso não é decorrente dos festejos carnavalescos. 
Inicialmente, os cristãos celebravam a Páscoa em apenas um dia e ocorria a cada domingo. Mas, já no século II, eles passaram a escolher um domingo especial e, a cada ano, celebravam a Páscoa, ou seja, a Ressurreição de Jesus. Foi inevitável que fosse utilizado o período da Páscoa judaica, que ocorre no 14º dia do mês de Nisan. Considerando que Jesus ressuscitou no domingo, veio a se estabelecer que a Páscoa cristã é celebrada no primeiro domingo depois da primeira lua cheia da primavera. 

Páscoa? O que é a Páscoa de fato

Páscoa no hebraico é pessach que significa passagem ou passar por cima: “... é a páscoa do Senhor"(Ex.12:11), "Porque o Senhor passará para ferir os egípcios..."(Ex.12:23), "É o sacrifício da páscoa ao Senhor que passou por cima das casas dos filhos de Israel..." (Ex.12:27). Primeiro ela foi instituída pelo próprio Deus – Êxodo 12.
A Páscoa é na verdade uma festa comemorativa para lembrar do tempo em que Deus livrou o povo de Israel do cativeiro egípcio.
A história é magnífica, conta que estando o povo de Israel cativo no Egito, Deus enviou a Moises para libertar ao seu povo. Mesmo tendo sido Moises criado com o Faraó, este não permitia que o povo de Israel fosse solto, após o Senhor Deus enviar dez pragas sobre o povo egípcio, ainda assim o Faraó não quis libertar o povo, então o Senhor Deus mandou o sétimo e último flagelo sobre os egípcios, onde o anjo da morte viria fazer justiça, matando os primogênitos do Egito, e passaria por cima da casa dos israelitas e o mal não lhe atingiria. Desde que, aspergissem o sangue de um cordeiro novo e limpo, sobre os as portas das casas.
Os elemento da Páscoa eram:
1. O Cordeiro – representa o próprio Senhor Jesus que foi morto e derramou seu sangue por nossos pecados.
2. Pães Asmos – Pão sem fermento, fala da necessidade de separação das contaminações.
3. Ervas amargas – Faz menção que quando se estava sob o jugo do diabo, nossa vida eram amargas.

A responsabilidade pela morte de Jesus

Os chefes dos sacerdotes... Amarrando Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos. Marcos 15.1
Quem foi o responsável pela morte de Jesus?
Nós cristãos somos acusados de anti-semitismo porque — alega-se — tentamos fixar a culpa nos judeus, especialmente seus líderes. A responsabilidade pela crucificação de Jesus, no entanto, é muito mais abrangente; não se limita a apenas um grupo de pessoas. Os evangelistas deixam claro que Judas, os sacerdotes, Pilatos, a multidão e os soldados, todos desempenharam um papel significativo no drama. Além disso, sugere-se em cada caso mais de um motivo.
Judas foi movido pela cobiça; os sacerdotes, pela inveja; Pilatos, pelo medo; a multidão, pela histeria; e os soldados, pela obrigação insensível. Reconhecemos a mesma mistura de pecados em nós mesmos.
O mesmo verbo grego é usado em cada etapa. A palavra é paradidōmi, que pode significar entregar, liberar, desistir ou mesmo trair. Judas entregou Jesus aos sacerdotes. Estes o entregaram a Pilatos, que o entregou à vontade da multidão, que, por sua vez, o entregou para que fosse crucificado.
Mas esse é apenas o lado humano da história. Jesus insistiu que a sua morte era um ato voluntário de sua parte, de modo que ele mesmo se entregou a ela: “Ninguém a tira [minha vida] de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade” (Jo 10.18). E em algumas passagens o verbo paradidōmi reaparece. Por exemplo, “o filho de Deus... me amou e se entregou por mim” (Gl 2.20).