Crescimento Espiritual : 01/05/12 - 01/06/12

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Você ainda ouve a voz de Deus? Ou ELE não fala mais?


“Ah, Israel, se me ouvisses..”. Sl 81.8
NADA É MAIS RECOMPENSADOR DE QUE OUVIR O QUE DEUS TEM A NOS DIZER.
A Bíblia diz explicitamente que Deus ainda fala tão poderosamente quanto nos dias em que ela foi escrita. Sua voz espera se ouvida.“Ah, Israel, se me ouvisses..”
1. PORQUE DEUS FALA HOJE?
Nosso Deus não se isolou do mundo, nem das pessoas. É um Deus que se comunica.
* ELE NOS AMA TANTO QUANTO AMAVA AS PESSOAS NOS TEMPOS DO ANTIGO TESTAMENTO
- Quando somente uma pessoa fala e outra só escuta, não existe comunhão.
- Deus ainda nos fala hoje porque deseja estabelecer conosco um relacionamento de amor que envolve uma comunhão entre as duas partes.
* DEUS NOS FALA, PORQUE PRECISAMOS DE SUA ORIENTAÇÃO DEFINIDA E DECISIVA EM NOSSAS VIDAS.
- Tal como aconteceu com Josué, Moisés,Jacó Noé.
- Como seus filhos precisamos de seus conselhos para sermos eficazes na tomada de decisões.
* DEUS NOS FALA HOJE, PORQUE ELE SABE QUE NECESSITAMOS DE CONSOLO E SEGURANÇA COMO ACONTECIA COM OS CRENTES DE OUTRA ERA.
* DEUS NOS FALA HOJE, PORQUE DESEJA QUE O CONHEÇAMOS.

Geólogos revelam a data exata da crucificação de Jesus



Sexta-feira, dia 3 de abril do ano 33. Essa é a data da crucificação de Jesus, afirma a revista especializada em geologia, The International Geology Review.
O artigo publicado na edição mais recente mostra a investigação de especialistas de um terremoto que ocorreu nesta data, vista como o dia mais provável da crucificação de Jesus. Segundo o Evangelho de Mateus, capítulo 27, versículo 51, no momento em que Jesus morreu, “tremeu a terra, e fenderam-se as pedras”.
De acordo com canal de TV Discovery News , a equipe formada pelo geólogo Jefferson Williams, da Supersonic Geophysical, Markus Schwab e Achim Bauer, do Centro de Pesquisa de Geociências da Alemanha, analisaram a atividade de terremotos na região de Jerusalém.
Sua pesquisa confirma que um grande sismo atingiram a área conhecida como Ein Gedi, entre 26 a.C. e 36 d.C., que poderia ser o que o Novo Testamento se refere. No entanto, os dados coletados por eles podem confirmar a data com precisão absoluta. Williams, Schwab, e Brauer admitem que o terremoto mencionado nos evangelhos poderia ser alegórico, referindo-se a um tremor que ocorreu em algum momento antes ou depois da crucificação. Este terremoto teria sido forte o suficiente para quebrar os sedimentos de rocha em Ein Gedi.
“Existe a possibilidade que o relatório de um terremoto no Evangelho de Mateus seja um tipo de alegoria”, escrevem os estudiosos no artigo publicado por eles no The International Geology Review.

Haverá Criança no Inferno?



Jesus, porém, disse: Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos céus. (Mt 19.14)A Bíblia ensina que sobre as crianças não é imputado pecado e que, para entrar no reino de Cristo, temos que nos tornar como uma criancinha (Mateus 18.1-4; 19.13-15). Paulo falou de um tempo quando ele estava vivo, antes que o pecado entrasse em sua vida (Romanos 7:9). Moisés falou de crianças que não conheceram nem o bem nem o mal (Deuteronômio 1.39). Quando uma criança cresce, chega o tempo em que ela é atraída por seus próprios desejos, é tentada e peca (Tiago 1.14-15). Nesse tempo ela é culpada de pecado diante de Deus e necessita da salvação. Antes disto, as crianças são puras, sem atribuição de pecado e seguras aos olhos de Deus.
Todas as pessoas, sem exceção, quando morrem, morrem como alguém que é vaso de misericórdia ou vaso de ira. Jovens e crianças que morrem antes que seus corações comecem a robustecer contra a Deus incluem-se na categoria daqueles sobre quem Deus mostrou misericórdia. A morte deles testifica que Deus deve tê-los preparado instantaneamente para o céu através da limpeza e regeneração, sabendo que morreram despreparados para a ira. Mateus 21.16b é uma conclusão adequada, “pela bocas dos meninos e das criancinhas no peito tiraste o perfeito louvor”. O louvor deles pela glória de Deus será ouvido no céu, não no inferno. 
Os infantes estão em segurança na presença de Deus – Não haverá crianças no inferno. 
Artigo recebido por email sem identificação do autor 
| Divulgação: estudogospel.com.br |

Cantor Orlando Leal - I Love You ( Álbum Fallingin Love )


Uma ótima dica para quem Gosta de uma Boa musica internacional Cantor Romântico Orlando Leal Atualmente vivendo em London Inglaterra é o mais novo artista Gospel Brasileiro,nascido na Bahia e levando o seu Romantismo para o Mundo fazendo sucesso por toda a Europa com suas canções que falam de Amor. Amante da arte é apaixonado pela Vida, com o seu estilo próprio e contagiante é sucesso no Brasil ao lado do seu velho e inseparável Violão .

O que diz a Bíblia sobre ser uma mãe cristã?

Ser mãe é um papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Às mães é dito que amem seus filhos em Tito 2:4-5, que diz: “Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.”
Em Isaías 49:15a a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?”
Quando se começa a ser mãe?
Os filhos são presentes do Senhor (Salmos 127:3-5). Em Tito 2:4, aparece a palavra grega “phileoteknos”. Esta palavra representa um tipo especial de “mãe-amor”. A idéia que esta palavra evoca é de “preferir” nossos filhos, “cuidar” deles, “alimentá-los”, “abraçá-los” com amor, “satisfazer suas necessidades”, “amavelmente ser amiga” de cada um como único vindo da mão de Deus.
A Escritura nos ordena para que vejamos “mãe-amor” como nossa responsabilidade.
A palavra de Deus ordena tanto às mães quanto aos pais para que façam várias coisas na vida de seus filhos, dando:
Disponibilidade
Manhã, tarde e noite. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;
E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. (Deuteronômio 6:6-7).

Como poderei saber se achei a pessoa certa para mim?

Pergunta: "Como poderei saber se achei a pessoa certa para mim?"
Resposta: A Bíblia não se dirige a como achar a “pessoa perfeita”, nem dá instruções muito específicas sobre como podemos achar a pessoa certa para casamento. A Bíblia não chega nem a dizer que Deus escolheu uma pessoa específica para cada um de nós. A Palavra de Deus nos diz que não devemos entrar em jugo desigual com os incrédulos (2 Coríntios 6:14-15), e isso é verdade principalmente no casamento. 1 Coríntios 7:39 nos relembra que quando somos livres para casar, devemos apenas casar com alguém que é aceitável aos olhos de Deus – quer dizer, Cristãos. Além disso, a Bíblia não comenta mais nada sobre como podemos saber que estamos casando com a pessoa "certa".
Então por que Deus não deixa bem claro o que devemos procurar em um parceiro? Por que não temos instruções mais específicas sobre um assunto tão importante? A verdade é que a Bíblia é tão clara sobre o que ser um Cristão significa e como devemos agir, que especificações não são necessárias. Cristãos devem pensar da mesma forma sobre certos assuntos importantes, e se dois Cristãos são realmente comprometidos ao seu casamento e a obedecer a Cristo, eles já possuem os ingredientes necessários para sucesso. No entanto, porque nossa sociedade agora está inundada com muitos tipos diferentes de “cristianismo”, seria sábio usar discernimento antes de uma pessoa se devotar a um compromisso pelo resto de sua vida. Uma vez que as prioridades de um possível cônjuge são identificadas – se ele ou ela são realmente comprometidos a serem como Cristo – então será fácil identificar e lidar com o resto.

O que diz a Bíblia a respeito do divórcio e segundo casamento?

Resposta: Em primeiro lugar, independentemente do ponto de vista que se tem a respeito do divórcio, é importante lembrar as palavras da Bíblia em Malaquias 2:16a: “Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel.” De acordo com a Bíblia, o plano de Deus é que o casamento seja um compromisso para toda a vida. “Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:6). Entretanto, Deus bem sabe que o casamento envolve dois seres humanos pecadores, e por isto o divórcio vai ocorrer. No Antigo Testamento, Ele estabeleceu algumas leis com o objetivo de proteger os direitos dos divorciados, em particular das mulheres (Deuteronômio 24:1-4). Jesus mostrou que estas leis foram dadas por causa da dureza do coração das pessoas, não por desejo de Deus (Mateus 19:8).
A polêmica a respeito do divórcio e do segundo casamento, se são ou não permitidos de acordo com a Bíblia, gira basicamente em torno das palavras de Jesus em Mateus 5:32 e 19:9. A frase “a não ser por causa de infidelidade” é a única coisa nas Escrituras que possivelmente dá a permissão de Deus para o divórcio e segundo casamento. Muitos intérpretes compreendem esta “cláusula de exceção” como se referindo à “infidelidade matrimonial” durante o período de “compromisso pré-nupcial”. Segundo o costume judeu, um homem e uma mulher eram considerados casados mesmo durante o período em que estavam ainda “prometidos” um ao outro. A imoralidade durante este período em que estavam “prometidos” seria a única razão válida para um divórcio.

Mulher e mãe, mães da Bíblia.

Nos tempos do Antigo Testamento, a dignidade da mulher dependia dos filhos que gerava, especialmente dos filhos homens e da quantidade de filhos.
Ser mãe era o que tornaria a mulher um ser humano reconhecido.
Esse contexto nós podemos conferir na história de Ana. Ana era estéril e, por isso, seu marido Elcana tinha o direito de se casar com outra mulher. Só muito tarde Ana gerou filhos - um primogênito, homem, chamado Samuel. Mas Penina, a outra esposa de Elcana, gerou 10 filhos. Ela tinha muito orgulho da sua maternidade (1 Sm 1-2).
Também Sara, casada com Abraão, era estéril. Então, juntos decidiram que teriam uma criança através de sua escrava egípcia Hagar. Assim nasceu Ismael. Mais tarde também Sara teve uma criança, um primogênito, filho homem, chamado Isaque (Gênesis 16 e 21).
Outra mulher que enfrentou uma dura luta para se tornar reconhecida foi Tamar - "tataravó" de Jesus (Mateus 1). Ficou viúva duas vezes e sem filhos. Sofreu injustiça por parte de seu sogro que a fez voltar para a casa de sua mãe. Mas encontrou uma saída: vestiu-se como prostituta e ficou na beira da estrada numa ocasião em que seu sogro Judá foi à cidade. Então ela teve gêmeos de Judá (Gênesis 38).
Há também as irmãs Lia e Raquel, ambas casadas com o primo Jacó. Lia foi abençoada com seis filhos e uma filha. E Raquel, depois de sofrer amargamente com a esterilidade, gerou José e Benjamim. Jacó teve mais quatro filhos com as servas das esposas, Bila e Zilpa (Gênesis 29-30). 
Depois, temos uma grande mãe no Novo testamento: Maria. Maria é a mãe que sintetiza muito bem um novo tipo de maternidade.

Por que passamos por tribulação?


Um homem ao ver a metamorfose da lagarta, quando a borboleta se esforçava para sair do casulo por um apertado orifício, tentou ajudar.
Pegou uma pequena tesoura e abriu o buraco, libertando a futura borboleta.
Contudo, notou que suas asas estavam atrofiadas e seu corpo todo murcho.
Ele esperou, esperou, mas a borboleta continuou se rastejando sem conseguir voar.
O esforço que faria para sair do casulo, passando por aquele minúsculo buraco, seria o meio pelo qual seu organismo liberaria as energias necessárias às suas asas e ao próprio corpo, para que, ao sair, pudesse voar.
Ela precisava passar por aquele minúsculo caminho para que a transformação de lagarta em borboleta, e a conseqüente libertação do casulo, pudesse acontecer.

Com a interferência do homem, todo esse processo foi inviabilizado, e a borboleta ficou aleijada para sempre, sem jamais poder voar.