Crescimento Espiritual : 01/10/12 - 01/11/12

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Deus não é mudo, Deus fala!

Existe uma pergunta que não quer calar no meio dos incrédulos e até mesmo dentro do próprio cristianismo:
- COMO SERÃO JULGADAS AQUELAS PESSOAS QUE MORRERAM SEM OUVIR O EVANGELHO DE JESUS?
Esta pergunta quando dentro da lógica da visualização do homem pode ultrapassar qualquer possibilidade de entendimento da mente humana. “Mas é evidente que Deus TEM FALADO e VEM FALANDO ao homem DE MUITAS MANEIRAS" (Hb 1.1).

Deus Não é Garçom!!

Em algumas igrejas hoje está sendo pregado que se você der 10% do que ganha para “deus” (o deus criado por eles) então você poderá exigir o que quiser e ele te dará.
Em outras palavras, estão dizendo que se você der 10% para ele, ele te servirá. Essa não é a função de Deus e sim de um garçom. Devemos sim dar o dízimo, porém devolvendo a Deus algo que não é nosso, e não visando receber algo em troca.
No meio “evangélico” hoje impera a idolatria por um deus que não é o verdadeiro Deus.

Pastor acredita que Avenida Brasil traz uma lição à igreja

Com toda a expectativa em relação ao último capítulo da novela Avenida Brasil, que vai ao ar hoje, muito tem se falado dos motivos que fizeram com que ela fosse um dos assuntos mais comentados pelo país nas últimas semanas.
Tradicionalmente, muitos pastores tem o hábito de condenar as novelas e os evangélicos que as assistem. Em Avenida Brasil há, inclusive, uma personagem evangélica que causou revolta entre alguns segmentos por apresentar uma imagem caricata e polêmica dos evangélicos.
Porém, o pastor brasileiro radicado nos Estados Unidos, Hermes Fernandes postou em seu blog, Cristianismo Subversivo, um texto para tentar mostrar à igreja uma lição que pode ser aprendida com a novela. Reclamando do distanciamento que existe, muitas vezes, entre os relatos feitos nos púlpitos e a realidade de vida dos membros da igreja, Fernandes escreve:

As Obras das Carne

“PORQUE AS OBRAS DA CARNE são:prostituição, impurezas, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias... os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus” (Gl 5.19-23). 
Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que Gálatas 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crente, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito. 
OBRAS DA CARNE 

Amor! Amor? Sim, Amor!

Segui o amor (1 Co.14.1). “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros”. (Jo 13,35). “O meu mandamento é este, que vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei... para que a vossa alegria seja completa”. (Jo 15.12,11).
Amor... amor... amor... Nós, os cristãos, falamos muito sobre esse assunto “Deus é amor”, “Jesus o ama”. “Eu o amo”. Mas, lamentavelmente, não amamos de fato o nosso próximo.
Um amor que aceita, que aprova, que acredita nos outros, que é paciente, bondoso, que não é egoísta, nem invejoso, que não guarde rancor, e não se incomoda quando sofre uma injustiça; um amor leal, que acredita e espera o melhor, que não se alegra com a injustiça, mas sim quando a verdade vence; um amor de tal espécie resiste a todas as circunstâncias

Porque Deus não me cura?

Quando ficamos doentes começamos a pensar: “Devo ter feito algo errado no passado e esta doença é o meu castigo!” Por pensarmos desta forma não iremos resolver o nosso problema e sim aumentá-lo, passando dias difíceis nos culpando e nos condenando até que nos voltamos para Deus e questionamos:
“Se Deus é o Todo-Poderoso, que pode todas as coisas, porque não me cura?”.
Na realidade quanto maior a dor e o sofrimento, mais questionamos a Deus, porque para nós é inconcebível ficar doente de causa natural ou pela idade avançada. Sempre associamos a doença a um mau ato ou algo que em si mesmo clama por retribuição ou castigo.
Existe um ser que não ama a Deus e quer que todos nós pensemos o mesmo de nosso Pai que está no Céu. Satanás tem raiva de Deus e ele quer influenciá-lo a pensar que Deus é injusto, que o esqueceu e o abandonou.

Maturidade espiritual

Maturidade espiritual é o alvo do discipulado. A grande ênfase de Jesus na grande comissão é “fazer discípulos”. Nosso compromisso, portanto, vai além da evangelização.
O Senhor quer mais do que crentes ou novos membros em sua igreja, ele quer discípulos.O discipulado é efetivado através da integração na igreja local, pelo batismo, e através do ensino contínuo.

A CRIANÇA DENTRO DE NÓS


Algo que não devemos jamais deixar morrer em nosso espírito, é aquela criança que um dia fomos, e que existia em nosso corpo.
Era uma criança muito feliz, que pulava, ria e adorava brincar com tudo, jamais querendo se desfazer de seus brinquedos velhos.

A imagem de Deus

Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou. Gênesis 1.27
O clímax da atividade criativa de Deus foi o aparecimento dos seres humanos, e a forma como o Gênesis expressa este clímax é descrevendo-os como tendo sido criados “à imagem de Deus”. Porém, os estudiosos não conseguem chegar a um consenso em relação ao significado da imagem divina nos seres humanos.
Alguns consideram que ela significa que os seres humanos são representantes de Deus, exercendo domínio sobre o restante da criação em seu lugar. Outros concluem que a imagem de Deus se refere ao relacionamento especial estabelecido entre Deus e os homens.

Inversão dos valores

A Igreja, “coluna e firmeza da verdade” (1 Tm 3.15), tem como missão, não apenas anunciar o evangelho, mas denunciar os pecados e os valores mundanos dos homens (1 Tm 1.18-20).
A palavra “valor” origina-se do latim e significa “ser digno”. “Valores”, no contexto desta lição, referem-se aos princípios éticos e sociais aceitos por uma pessoa ou grupo, isto é, ao comportamento humano, suas regras e padrões.
Atualmente, tem havido uma “inversão” desses valores: a ética e a moral cristãs, antes aprovadas pela sociedade, vêm sendo sistematicamente substituídas por princípios amorais mundanos (Is 5.18-25; Cl 2.8).