Crescimento Espiritual : 01/01/13 - 01/02/13

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Ansiedade é realmente pecado?

“Stress” não é uma palavra bíblica.“Preocupação” e “ansiedade” são. E são pecados.
Nós realmente podemos dizer que algo como ansiedade é pecado? O que faz disso um pecado? Será que não é só uma fraqueza que devemos superar? Ou, talvez, não deveríamos enxergar como uma doença mental?
Há algumas abordagens diferentes que podemos seguir para responder esses questionamentos. Vamos começar buscando os mandamentos de Jesus.
É um mandamento
O mandamento “não andeis ansiosos” é repetido várias vezes por Jesus em Mateus 6 (versos 25, 27, 31, 34) e é visto outra vez em Mateus 10.19.
Por mais que esses comandos lidem com situações específicas, a realidade subjacente do contexto é que se Jesus ordena que as pessoas “não andem ansiosas”, nós sabemos que (1) ansiedade não é só um desequilíbrio químico ou uma desordem mental, e (2) há pelo menos algumas formas em que a ansiedade é pecado, simplesmente porque Jesus a proibiu.

É possível ser curado de doenças emocionais? Silas Malafaia comenta

O pastor Silas Malafaia escreveu um artigo em seu site, Verdade Gospel, falando sobre como é possível curar doenças emocionais através da Bíblia, que é a Palavra de Deus, conseguindo encontrar a causa desses problemas e não apenas tratar os efeitos como é feito pela medicina.
Malafaia que é psicólogo até aconselha fazer o tratamento terapêutico, mas indica principalmente a leitura da Bíblica e a oração que vai ajudar a pessoas a verbalizar suas emoções.
“O que as pessoas com doenças na alma precisam saber é que a maioria dessas enfermidades não deveria ser tratada com remédios, mas sim com a Palavra de Deus e com a ‘terapia da oração’. Deus nos criou e nos conhece e entende mais do que qualquer um”, diz o pastor.
Ao indicar a leitura da Bíblia, Malafaia lembra que a Palavra de Deus penetra entre a divisão da alma e do espírito chegando a um lugar no coração do homem que ninguém é capaz de alcançar “A Palavra de Deus nos estimula à análise introspectiva. Quando você começar a mergulhar dentro de si mesmo, descobrirá a causa que o está levando a esse estado de coisas, e encontrará a solução”.

A supremacia das Escrituras

Deus existe e ele se revelou. Revelou-se de forma multiforme: por meio da criação, através da consciência, nas Sagradas Escrituras e sobretudo, por meio de Jesus. Por isso, podemos conhecê-lo. Tudo quanto Deus quis que o homem soubesse a seu respeito está patente nas Escrituras. Devemos examiná-las, porque elas testificam acerca de Deus. Uma pergunta, porém, precisa ser feita: as Escrituras são confiáveis? Podemos ter garantia de que seu conteúdo é inerrante e infalível? As Escrituras são suficientes para termos uma fé madura e uma vida abundante? Para responder a essas perguntas, vamos considerar três verdades:
Em primeiro lugar, as Escrituras são inerrantes quanto ao seu conteúdo. As Escrituras não contêm erros. A Palavra de Deus não pode falhar. Seu conteúdo foi revelado por Deus. Seus autores foram inspirados por Deus. Seu registro foi assistido pelo Espírito Santo de Deus. Portanto, há acuracidade nas descrições, precisão nos relatos e inerrância nos ensinos. A Palavra de Deus não é fruto da lucubração humana nem mesmo resultado de elucidação vacilante da mente humana. A origem da Bíblia está no céu. Seu verdadeiro autor, o Espírito Santo, foi quem inspirou homens santos para registrar tudo quanto aprouve a Deus nos legar.

Corações perturbados

Antes de Jesus ser preso, na noite em que foi traído por Judas, Ele falou as seguintes palavras de encorajamento para seus discípulos: “Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus, creiam também em mim” (Jo 14.1, NVI).
Quem não tem experimentado ansiedade e medo ao enfrentar um futuro desconhecido que promete perigo e assombro? A insegurança intensa e os temores horríveis fragilizam as emoções e perturbam o coração.
Ameaças físicas tiram a paz da pessoa ameaçada porque ela não pode calcular a intensidade do sofrimento que virá. A imaginação age como um carrasco desmontando a segurança da vida interior diante da possibilidade de torturas ainda não sentidas. O sofrimento, que somos incapazes de processar, aflige a alma com dores quase reais, dores agudas e insuportáveis.
Perturbação ocorre quando um médico anuncia tristemente que o câncer que devora as células saudáveis não tem cura.
Quais são os sentimentos que desestabilizam o coração no momento em que um passageiro, olhando pela janela de um jato transatlântico, vê um dos motores lançando chamas e fumaça em cima do mar? 

A TERNURA DE SEU AMOR

"Vendo Ele as multidões, compadeceu-Se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor" (Mt 9:36).
Mateus 9:35 descreve como Jesus percorria muitas áreas da Palestina "pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades". Em nossa idade cética, quando as pessoas suspeitam que todo esforço para ajudá-las seja maculado com algum objetivo oculto, o motivo por trás do ministério de Jesus vem como uma lufada de ar fresco: amor genuíno, descrito como "compaixão" (v. 36).

Ele era movido para as pessoas; Seu coração voltava-se para elas. Vemos essa mesma preocupação geral em Marcos 8:1-3, onde Jesus Se preocupa com a fraqueza do povo a caminho de casa. "Há três dias que permanecem comigo", Ele lembra Seus discípulos, "e não têm o que comer. Se Eu os despedir para suas casas, em jejum, desfalecerão pelo caminho; e alguns deles vieram de longe".
É uma preocupação notavelmente terna, e diz muito sobre Jesus. Ele conhecia Seu público. Ele simpatizava com suas necessidades. Sentia suas dores. Ele nem nos pede que sejamos exatamente iguais a Ele ou que façamos exatamente o que Ele fez. Pois embora Ele mesmo tivesse passado por quarenta dias de jejum, estava preocupado com a saúde e a segurança de pessoas que haviam passado apenas três dias comendo quase nada (embora talvez não totalmente sem comida).

O Natal acabou, E agora?

Os presentes estão desembrulhados, os pisca-piscas foram tirados, o clima mudou e a Páscoa está longe. Nós acabamos de celebrar o Natal, o nascimento do Filho de Deus. Visco e azevinho , paz na Terra, boa vontade para com os homens; o Natal acabou. E agora?
Durante a época do Natal, celebramos a vinda de Deus à Terra na forma de homem. Nós sabemos como Jesus veio… como um bebê envolto em panos. Nós sabemos a quem Jesus veio… a Maria e José, aos pastores. A questão é…. Por que Ele veio?
O próprio Jesus explicou em João 10.10 que Ele veio para que possamos ter vida e tê-la em abundância. Jesus veio naquela manjedoura em seu manto para que possamos ter vida abundante, tanto agora quanto na eternidade. Eu acredito que a vida abundante equivale a uma vida espiritualmente crescente.
O Natal foi projetado por Deus para ser o ponto de partida da nossa vida cristã abundante, o princípio do nosso crescimento espiritual. Jesus veio para que possamos conhecer a Deus e, uma vez que o conhecemos, Ele nos chamou a crescer. Maturidade espiritual não é um privilégio especial dado aos poucos mais piedosos dentre nós. Em vez disso, o crescimento espiritual é o processo projetado por Deus para cada um de Seus filhos. Em 2 Pe 3.18, lemos: “Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém ”.

Quais os princípios de intimidade devem haver entre marido e mulher?

A sexualidade envolve o que há de mais íntimo na vida do ser humano. Dependendo do modo como é usufruída, pode produzir resultados positivos ou negativos, pois interfere na área biológica, sociológica, psicológica e espiritual.
Existem alguns princípios da intimidade que devem ser observados para um bom relacionamento conjugal. Entre eles, a benevolência, a submissão e a concordância mútua.
O primeiro princípio pode ser apreendido em 1 Coríntios 7.3: O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher, ao marido. No contexto deste versículo, a devida benevolência dos cônjuges implica que eles, de boa vontade, satisfaçam sexualmente um ao outro.
A mulher não é mero objeto de satisfação sexual do homem, nem o homem da mulher. Mas dentro do casamento deve existir uma satisfação mútua. Para que isto ocorra, é preciso que o princípio da intimidade seja valorizado. Não pode haver egoísmo. Deve haver interesse recíproco, diálogo, honestidade, amor, compreensão, confiança mútua, conhecimento dos gostos e das preferências de cada um.
Muitos problemas no relacionamento são fruto da falta de intimidade dos cônjuges. Isto ocorre porque alguns casais começam uma vida a dois sem conhecerem o caráter, a personalidade e as motivações um do outro. Casam-se no auge da paixão ou atraídos pela beleza física do outro.

Nunca deixe de sonhar!


“É possível destruir o sonho de um ser humano quando ele sonha para si; mas é impossível destruir seu sonho quando ele sonha para os outros; a não ser que lhe tirem a vida” (Augusto Cury).
Os seres humanos que sonham, ousam e fazem-se vencedores são aqueles que se mantêm firmes em seus projetos e ideais, mesmo diante dos obstáculos.
Os sonhos são fonte de entusiasmo e energia em nosso cotidiano; estimulam-nos a estudar, a aprender, a planejar, a analisar, a estabelecer metas e objetivos e a “correr atrás” para que se realizem. Desde o ventre materno, nossos pais já têm sonhos para nós. Sonham em como seremos e o que seremos. Uma das perguntas mais comuns que os pais fazem aos seus filhos é: “O que você vai ser quando crescer?”.
Realizar os sonhos é o que nos permite sobreviver às turbulências do dia a dia e nos impulsiona a seguir em nossa jornada, mas não basta sonharmos para nós mesmas ou para outros. Precisamos ser íntegras na realização de nossos sonhos.

Qual o nosso valor para Deus?

“Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós” (Rm 5.8). Ele nos comprou, mesmo estando em iniquidade.
O valor do sangue de Cristo é tremendo, pois quando o diabo tentou Jesus, mostrando as riquezas do mundo e dizendo: tudo isso te darei se prostrado me adorares, estava fazendo uma oferta pelo sangue remidor. Na recusa de Jesus, Ele estava dizendo ao diabo que todas as riquezas do mundo não seriam suficientes para comprar uma gota do seu sangue.
Jesus deu espontaneamente esse mesmo sangue para pagar o preço cobrado pelo diabo pela redenção da raça humana. Esse é o valor que Deus dá pela nossa vida.
A declaração mais nítida da parte de Deus acerca do valor que Ele dá aos homens está em Isaías 49.15: “pode uma mulher esquecer-se de seu filho de peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti.”.

As cinco fases do casamento

"Primeira: Fase do encantamento, quando está enamorado do outro.
Ocorre quando o casal se sente plenamente realizado e absolutamente preenchido pelo outro. Nesta fase o amor é cego. Há uma nutrição constante do vínculo. A sensação é de completude e totalidade.Nesta fase,nenhum dos dois enxergam o "Real",mas sim aquilo que foi idealizado,sonhado,desenhado no tempo de namoro e noivado.Ela o vê como o "príncipe azul",ele a vê como uma "princesa encantadora". Costumo dizer que nesta fase, até o ronco dele soa como sinfonia;ela,mesmo despenteada quando acorda é linda e maravilhosa.É um tempo em que tudo é motivo para poesia. Quanto tempo dura esta fase?Não sabemos, só podemos afirmar que ele passa.
Segunda: Fase do desencantamento, desidealização.
É a fase da confrontação das expectativas irreais do casamento, quando começamos a ver as diferenças entre as imagens que construímos do outro e os seus lados sombrios no cotidiano. Na fase da conquista, da sedução, agente só mostra o lado ensolarado de nossa personalidade.