Crescimento Espiritual : 01/07/13 - 01/08/13

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Divórcio à Luz da Bíblia

O divórcio deve ser empregado apenas em última instância, quando o adúltero não demonstrar arrependimento genuíno repetindo esse ato vil que abala a confiança do cônjuge, machuca-o e desestrutura o vínculo conjugal.
O índice de divórcios no Brasil cresce a cada ano. É comum ver casais que se casam rapidamente e se separam em uma velocidade maior ainda.
Divórcio não é algo recomendado por Deus e nem que O agrada, mas, à luz da Bíblia, há uma circunstância em que o divórcio é permitido.
O padrão divino para o casamento é, segundo as palavras de Jesus, que seja indissolúvel (Marcos 10.9). Mas há uma larga diferença entre o ideal e o real. Logo, conhecendo a dureza do coração humano e seus problemas de relacionamento, Deus permitiu exceções ao Seu projeto inicial, especialmente em casos de violência doméstica, abusos emocionais e sexuais e casos contumazes de adultério.
Quando foi indagado a respeito de o divórcio ser ou não permitido segundo a Lei mosaica, Jesus explicou: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim. Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. Mateus 19.8,9

Troque o choro da noite pela alegria da manhã

“O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem a alegria.” (Salmos 30:5)
Deus não se cansa de mostrar e provar que podemos confiar nEle e que só Ele pode tirar toda mágoa, dor e pesar dos nossos corações. Deus prova e mostra isso a todo instante para nós, mas não vemos, ou não queremos ver.
Nossas forças nunca serão suficientes para vencer todas as batalhas que encontramos no decorrer de nossas vidas. Deus nos conhece e sabe exatamente onde dói, ele vê o nosso choro, vê nossas lamentações e não nos desampara. Ele é o nosso despertar e o amanhecer em meio às trevas, escuridão e sofrimento.
Deus é a luz, a nossa alvorada e, para entender um pouco melhor a superioridade e imensidão do amor divino é fundamental saber do próprio Pai ...
Porque Deus nos escolheu 
“Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda”. (João 15.16)
“Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.” (Jo.6.44)
“... Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores...”(Romanos 5.6,8,10)
“...Assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor.”(Ef. 1.3,4)

Orgulho e Ambiente Propício para a Manipulação Satânica

Os Evangelhos de Mateus e Marcos afirmam que, certo dia, Simão Pedro declarou a verdadeira identidade de Jesus como o Filho de Deus pela revelação do Espíri­to Santo e recebeu um elogio de Jesus por ter tido tal discernimento.
Em seguida, Jesus anunciou que morre­ria, mas ressuscitaria, e Pedro o repreendeu por dizer es­sas palavras! Ele disse: "Isso nunca acontecerá com você ”! (Mateus 16.15-23) As palavras religiosas de Pedro pareciam boas. Tinham o caráter da verdadeira devoção e sinceridade, mas eram diabolicamente falsas.
O orgulho e a presunção de Simão Pedro criaram uma atmosfera oportuna para uma visita de Satanás. O inimigo juntou-se à mesa em que jantavam e usou o confiante Pedro para proclamar as expectativas do inferno.
Satanás deve ter rido em silêncio quando Pedro disse a Jesus, o Messias, que ele não estava certo ao di­zer que morreria na cruz. As palavras mal acabaram de sair da boca de Pedro quando Jesus o confrontou.

A escola do deserto



Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.
O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar.
Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos.
Destacaremos, aqui, três verdades importantes:
1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos
Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração.
No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.
No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho.

ESTA CASA PERTENCE AO SENHOR JESUS

Algum tempo atrás, ouvi uma história que me trouxe reflexão. Estávamos em um acampamento da II Igreja Presbiteriana Renovada, e um dos jovens nos relatou a seguinte história:

Certa vez uma pessoa, que vamos chama-lo de “irmãozinho”, gostava de ficar convidando pessoas para irem a sua igreja. Gostava de se fazer de verdadeiro servo, chegando ao ponto de comprar uma tinta e pintar no muro da sua casa: “ESTA CASA PERTENCE AO SENHOR JESUS”.
O “irmãozinho” tinha um vizinho que morava de frente da sua casa, e que pasmo assistiu o “irmãozinho” pintando no muro os dizeres citados acima. E o “irmãozinho” não perdia tempo, já foi logo dizendo: - Vizinho, você precisa ir na minha Igreja! Rapaz... O que é aquilo?! Olha, lá você vai ser tocado, transformado e vai conhecer o poder de Deus. O louvor é lindo, as pessoas são boazinhas e todo mundo é abençoado $$ !!! Rsrsrs.
O vizinho agradeceu o convite e disse ser muito feliz na sua religião. Mas a verdade era que, o “irmãozinho” não era uma pessoa com conduta correta, que realmente pudesse dar um verdadeiro testemunho da sua fé no seu modo de agir. Ao chegar em casa, fechava o portão e se transformava. Falava palavras de baixo calão, ofendendo sua esposa e filhos, e não uma nem duas vezes chegou ao ponto de bater em sua esposa, e como o escândalo foi muito grande, quem morava perto conseguiu ouvir toda aquela baixaria.
E o vizinho ficou indignado não só com o convite, mas também com o que acabara de ler que fora pintado por seu vizinho... – Casa do Senhor Jesus?

O batismo com o Espírito Santo é sinônimo de salvação?

Não, o batismo com o Espírito Santo não é para qualquer um. O ímpio, por exemplo, não receberá esse batismo, o cristão nominal, o desinteressado e o que, por algum motivo, não crê nisso também não serão batizados com fogo e revestidos de poder do alto. Contudo, o cristão que crê nesse tipo de batismo, deseja ser batizado e mostra-se disposto a buscá-lo pela oração e consagração a Deus, poderá ser batizado pelo Senhor.

Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Por que Ele não batizaria um filho Seu fiel, digno e desejoso de receber o batismo com o Espírito Santo? Por que alguém não receberia o revestimento do Espírito se já recebeu o Espírito Santo quando creu e confessou Jesus como seu Salvador e Senhor? Se Deus nos deu Jesus como prova do Seu amor, é certo que nos dará com Ele todas as demais coisas.