Crescimento Espiritual : 01/08/13 - 01/09/13

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De Deus não se Zomba

O homem pode andar na contramão de Deus. Mas, um dia terá que prestar contas de suas zombarias perante o Justo Juiz!
Com a amplitude da perdição da natureza humana, exagero eu aqui, imaginando o seguinte viaja comigo… Se numa floresta, fria das colinas da Sibéria, num universo animal nasce um bebê urso e seus pais, seu Ursolino e Dona Ursolina resolvem resistir à natureza, não preparando, nem educando o seu pequeno filhote para a natureza feroz e implacável daquele ambiente selvagem, Ursolino Júnior nasce sem saber se será ursinho ou ursinha, macho ou fêmea?
Para sobreviver, seus pais preferem seguir o ‘let be’, ‘deixa ser’, ‘deixa acontecer’; ele dará conta disso, (ou o mundo dará conta dele)? Ursolino poderia vir a ter uma crise de identidade? Alguém ainda tem alguma dúvida? De repente uma loucura para o reino animal, não é verdade? É só uma historinha. Mas, e se fosse verdade?? Pois, é… segundo o mundo perdido dos humanos, isso é absolutamente normal. No mundo dos humanos isso já está acontecendo. Como ministro do evangelho, digo: estamos assistindo a um episódio de inversão de valores divinos jamais apreciado na terra!
Outro dia, li e copiei para o meu histórico de palestras, uma matéria muito triste em que a Europa autorizava os cartórios, a facultativamente, efetuarem o registro da natureza sexual do bebê, deixando para o mundo perdido decidir qual deverá ser o futuro sexo da criança, num futuro século de vida de uma suposta “liberdade” na terra!

O VALOR DAS ESCRITURAS NA FORMAÇÃO DO CARÁTER.

As Escrituras são sinônimo de Lei, no Salmo 1. Ele mostra que o homem tem opções entre dois caminhos, que levam a duas atitudes e a duas conseqüências. A chave do Salmo é a busca pela felicidade. A educação religiosa é tarefa de levar o homem a ter uma consciência de escolha e não fazer a escolha por ele. A felicidade não é automática, mas é fruto da vida que começa com uma escolha correta.
O que não se deve fazer para conseguir a felicidade
Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. (Sl 1.1,4,5).
Há os que escolhem o caminho negativo para a busca da felicidade. Começam por andar no “conselho dos ímpios”, ou seja, aceitando sua forma de pensar. É uma maneira sutil de tentação em que a pessoa é atraída pelas idéias bonitas e convidativas e passa a achá-las naturais e normais. Numa vida em sociedade, com as muitas pressões, as pessoas são pressionadas a pensarem como as outras.

Viva Melhor e mais Feliz!

Todas as pessoas experimentam conflitos relacionais. Alguns conflitos não podem ser modificados. Mas jamais poderemos transformar os conflitos em algo positivo até que os enfrentemos.
Fugir dos conflitos não é a solução. O poeta português Luis de Camões afirmou que não se aprende na fantasia, sonhando, imaginando ou estudando somente. Aprendemos vendo, tratando e pelejando.
Prevenir é sempre o melhor remédio. Devemos aprender a não perpetuar os mesmos erros de pessoas insensíveis e irredutíveis que, de contínuo, ferem e causam infelicidade àqueles que convivem com elas. Conflitos são, até certo ponto, normais. Ninguém pode viver inteiramente livre deles.
Na verdade, não são os conflitos que acabam com as melhores ou piores relações. O que determina o fim do relacionamento são as atitudes e decisões que tomamos diante das discórdias.
"Um relacionamento que dá certo é um edifício que tem que ser construído todos os dias." Thomas Fuller
Quem age motivado pela ira, mentira, amargura, irritabilidade e infidelidade, jamais é feliz.
É a paz que alicerça o amor, e não a ira.
É a verdade que promove a confiança, e não a mentira.

Perdão: estratégia para restauração

A estratégia de Deus é o perdão.Ele deseja restaurar relacionamentos quebrados.
“Perdão é graça, capacidade de oferecer aos outros e a si mesmo liberdade, uma memória sem mágoas, sem as marcas do ressentimento”.Gleden Prates
Muitas pessoas sofrem por não dar e também não aceitar o perdão. Casais chegam ao divórcio por falta de perdão, estão tão magoados que não vislumbram uma luz no final do túnel.
A estratégia de Deus é o perdão. Ele deseja restaurar relacionamentos quebrados.
A falta de perdão traz como consequências a amargura, o ódio, o ressentimento, a vingança, o assassinato, a culpa, o complexo de inferioridade, a autopiedade, a baixa autoestima, a falta de amor próprio, a vergonha e até o suicídio. Os males são a si mesmo e ao próximo.
Em relação a Deus a falta de perdão traz dúvida, vazio interior, incredulidade e rebelião.
Uma vida sem perdão é cheia de contendas, confusão. Em Provérbios 10:12 diz: “ O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões.”
Uma pessoa que não perdoa vive no engano, atormentada, cheia de tristeza e não prospera.
A falta de perdão contamina outros com seu ódio, todos percebem que o ambiente fica pesado, pior que isso, a falta de perdão interrompe a comunicação com Deus.

Mau Humor

O mau humor chega a nós com tanta facilidade que geralmente nem o percebemos. Mas ele é justamente o antônimo da ação de graças; o protesto é o antônimo da confiança.
Há dicionários que definem protesto como acusação. Quando nós nos queixamos, protestamos ou resmungamos, estamos na realidade, acusando a Deus de estar dirigindo mal os acontecimentos do dia. A atitude de louvar liberta o poder de Deus para agir em nossa vida. Os murmúrios e as queixas bloqueiam tal poder. “Queixou-se o povo de sua sorte aos ouvidos do Senhor: ouvindo-o o Senhor, acendeu-se-lhe a ira...” (Nm 11.1).
A incredulidade é a raiz de cada pequena queixa, ela é um insulto muito sério dirigido a Deus. Se deixarmos de lado o pecado da incredulidade, resmungos, murmúrios e queixas e termos perfeita confiança em Deus, nós poderemos, pela fé, descansar no Senhor.
Depois de termos feito um acordo com Deus de que não resmungaremos mais, e, agradecer-lhe por todas as coisas que antes nos faziam resmungar, podemos esperar que ele opere. Nós mesmos não podemos nos transformar de resmungadores incrédulos em crentes joviais e agradecidos. A mudança tem que ser feita por Deus. Porém a decisão de parar de resmungar, e, agradecer é nossa.
O nosso papel é ficar com os olhos fixos em Jesus e agradecer a Deus pela sua capacidade de agir. No dia a dia, vamos descobrir que Deus fará com que nos defrontemos exatamente com as circunstâncias que costumavam provocar nosso mau humor. Quando isso acontecer, agradeçamos e louvamos a Deus, porque ele está usando essas circunstâncias para nos mudar. Antes, elas nos afastavam de Deus, agora, nos mostrarão o poder de Deus; servirão para aumentar a nossa fé.

A Função de Cada Conjuge

É muito importante mostrar com clareza as funções que Deus designou para o homem e para a mulher dentro do casamento. A confusão existente sobre as funções de cada um é a causa principal de muitos conflitos conjugais.
Deus deu a cada cônjuge ( cônjuge vem da palavra jugo, significa levar juntos o mesmo jugo ), um posto de serviço diferente do outro, nem superior nem inferior, mas diferente. Para conseguir harmonia na vida familiar é essencial que os esposos conheçam e aceitem seu próprio papel e o de seu cônjuge.
Deus criou e programou o homem e a mulher para o desempenho eficaz de sua funções. A psicologia, a anatomia, a sexualidade, a afetividade e a espiritualidade de ambos são diferentes Estas diferenças fazem com que se completem um ao outro, já que foram determinadas intencionalmente por Deus para o adequado desempenho da função de cada um.
Longe de competir ou ignorar as diferenças, admiremos a graça, o encanto e as capacidades que Deus deu à mulher, e a visão, a força e as aptidões com que dotou o homem.
I - As Funções e o Propósito de Deus
Já mostramos, anteriormente, que o propósito da família é cooperar com Deus para que Ele tenha uma família de muitos filhos como Jesus. Portanto, esse há de ser o objetivo de todo casamento cristão e não seu próprio bem estar e prazer. As funções que Deus designou para o homem e para a mulher visam atingir esse objetivo.

Como devemos agir com os escarnecedores?

Em nosso cotidiano, temos contato com pessoas das mais diversas crenças e valores. Dentre estas pessoas, temos os chamados escarnecedores.

Mas, o que significa “escarnecer”?
Escarnecer significa fazer escárnio, ridicularizar, zombar, conforme o dicionário online de português (http://www.dicio.com.br/escarnecer/).
E como devemos agir com os escarnecedores, que zombam de Deus e das Escrituras Sagradas? É o que veremos abaixo.
No Salmo 1:1 está escrito: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores”. Através deste versículo, aprendemos que não devemos perder tempo com os escarnecedores.
Procurem evitar, na medida do possível, o convívio com os escarnecedores. Quem escarnece só sabe zombar das coisas de Deus e se nós ficarmos muito tempo na presença dos escarnecedores, poderemos perder a paciência com eles.
Como a Bíblia diz que devemos seguir a paz com todos (Hebreus 12:14), então, no que se refere aos escarnecedores, a melhor forma de vivermos em paz com eles, é evitando o contato.

O compromisso com o evangelho da graça

O apóstolo Paulo foi levantado por Deus para ser o maior teólogo, o maior missionário e o maior plantador de igrejas da história do cristianismo. Ele foi um desbravador do evangelho, um bandeirante do cristianismo, um embaixador de Cristo, um arauto do Rei dos reis. Plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor.
Por sua influência, igrejas se espalharam em todo o mundo Oriental e Ocidental. Sua conversão foi um grande milagre, sua vida foi uma grande cruzada em favor da evangelização e sua morte foi uma profunda demonstração de coragem.
Quando Paulo despediu-se dos presbíteros de Éfeso, fez um dos mais belos discursos de sua carreira. Com palavras eloquentes, desafiou os líderes daquela igreja a assumirem um compromisso solene com Deus, com a Palavra e com a igreja.
Para encorajá-los, deu seu próprio testemunho, como segue:"Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus" (At 20.24). No texto em apreço, três verdades são destacadas:
Em primeiro lugar, o ministério não é conquistado por mérito, mas recebido por graça. 
"… O ministério que recebi do Senhor Jesus…". Paulo foi um homem vocacionado. Foi chamado por Cristo para desempenhar o ministério. Ele não se auto-intitulou apóstolo. Ele não se colocou-se num pedestal de liderança nem acendeu os holofotes sobre si mesmo. Sua vocação foi celestial. Ele ouviu a voz divina e a obedeceu.