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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Pensamos o suficiente quando lemos a Bíblia?

 
Quando lemos a Bíblia, a reflexão cuidadosa – como acontece também em ciência – precisa proceder em estrita conformidade com a natureza objetiva do que está sendo lido e estudado.
Assim, por exemplo, é preciso dar aos evangelhos (a parte da Bíblia que trata da história de Jesus) a oportunidade de comunicar sua mensagem; e Jesus precisa ser entendido de acordo com seu próprio discurso. Por isso não “vale” ler passagens bíblicas desconsiderando o contexto, inclusive as intenções nele expressas, ou ainda munido de preconceitos ou premissas especulativas.
O evangelho de Lucas, por exemplo, precisa ser lido como um texto escrito pelo motivo exposto logo no seu início. Ali, Lucas informa a Teófilo, seu primeiro leitor, que lhe “pareceu conveniente, após acurada investigação de tudo desde o princípio, escrever de modo ordenado... para que verifiques a solidez dos ensinamentos que recebeste.” (Lucas 1.1-4)
Semelhantemente, o evangelho de João precisa ser lido considerando que foi escrito “para que vocês creiam que Jesus é o Messias, o Filho de Deus. E para que, crendo, tenham vida por meio dele” (João 20.31).
Da mesma forma, é imprescindível lembrar que o Novo Testamento é portador de informação de “testemunhas oculares” (2 Pedro 1.16). E assim por diante.


Com relação ao discurso de Jesus, principal veículo da mensagem do Cristianismo, percebe-se que ele:

- É desafiador: “Eu lhes mostrarei a que se compara aquele que vem a mim, ouve as minhas palavras e as pratica. É como um homem que ao construir uma casa, cavou fundo e colocou os alicerces na rocha. Quando veio a inundação, a torrente deu contra aquela casa, mas não a conseguiu abalar, porque estava bem construída. Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as pratica, é como um homem que construiu uma casa sobre o chão, sem alicerces. No momento em que a torrente deu contra aquela casa, ela caiu, e a sua destruição foi completa” (Lucas 6.47-49).

- É relacional: “Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor... O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros como eu os amei” (João 15.9 e 12).

- Não é endereçado aos autossuficientes: “Respondeu-lhes Jesus: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos; eu não vim chamar justos, mas pecadores, ao arrependimento” (Lucas 5.31-32).

O telescópio, o microscópio e a fé

 
Sem um telescópio à mão, o poeta hebreu afirma que “os céus manifestam a glória de Deus” (Sl 19.1). O máximo que ele podia alcançar com os olhos eram a imensidão da abóbada celeste, a parte clara do dia, a parte escura da noite, as nuvens, o sol, a lua, as poucas estrelas próximas, o arco-íris, os relâmpagos, os eclipses, as chuvas de pedras e, caso se locomovesse em direção aos polos, a aurora polar. Isso já seria mais do que suficiente para o salmista declarar que o firmamento de fato anuncia o resplendor de Deus.

Com os grandes e modernos telescópios e os muitos observatórios astronômicos espalhados por aí, os poetas de hoje teriam de fabricar novas palavras para enaltecer o Criador dos céus e da terra que agora existem.

O que mais impressiona hoje não são a beleza e a regularidade dos movimentos dos corpos celestes que conseguimos enxergar a olho nu. O que pasma, confunde e humilha o ser humano é a imensidão do universo. Como lembra o poeta Ferreira Gullar: “Só na Via Láctea, há bilhões de outros sóis e, no universo, há bilhões de galáxias infinitamente maiores que a Via Láctea, com bilhões de sóis”.

Outro “poeta” brasileiro, o físico Marcelo Gleiser, tenta fazer com que entendamos a distância entre a Terra e o sistema estelar mais próximo, na constelação do Centauro: “Viajando na espaçonave mais veloz que temos, a 50 mil quilômetros por hora, demoraríamos cerca de 100 mil anos para chegarmos lá!”. Só a nossa Galáxia -- um sistema de estrelas, poeira e gás unido pela gravidade -- “tem 200 bilhões de estrelas e possivelmente trilhões de planetas e luas”, acrescenta Gleiser.

Luz ou trevas?

 
A decisão que todos nós precisamos fazer em algum momento da vida
Certo homem que nasceu cego passou anos vivendo na escuridão. Com certeza seu maior sonho era poder enxergar. A sua única ocupação era pedir esmolas. Até que um dia Jesus o encontrou, se importou com aquele homem, fez lama com a sua saliva, passou em seus olhos e disse: “Vá lavar-se no tanque de Siloé. O homem foi, lavou-se e voltou vendo”. (Jo 9:7). Jesus o tirou das trevas para a luz, deu-lhe nova vida, uma vida de fé e esperança!
Muito mais grave que a cegueira física é a cegueira espiritual.
O pecado nos envolve em trevas e nos separa de Deus. Quando nos distanciamos do nosso Pai, com certeza ficamos indefesos e vulneráveis às ciladas dos nossos três inimigos: o mundo, a carne e o diabo! “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rm 3:23). Esse com certeza é o maior problema do homem. “Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá”. (Is 59:2).
Deus, com seu amor acolhedor e abrangente, envia seu único filho para ser Luz e Salvação aos perdidos.
Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele” (Jo 3:17).”Também farei de você uma luz para os gentios, para que você leve a minha salvação até aos confins da terra” (Is 49:6).
Jesus é a luz do mundo!
Eles nos convida a segui-lo! Quem o segue, nunca mais andará em trevas mas possuirá a luz da vida (Jo 8:12). A luz veio ao mundo e trouxe paz, libertação e o mais importante: salvação a todos nós!

AS TRÊS QUESTÕES MAIS ANTIGAS DA HUMANIDADE


Ah, se eu soubesse onde o poderia achar! (Jó 23.3)

O livro de Jó é o livro mais antigo da Bíblia. Nele encontramos as três questões clássicas sobre Deus e a eternidade, cujas respostas somente Deus pode nos dar. O raciocínio humano não nos leva um passo adiante, sendo totalmente inadequado para alcançar Deus.
O que Jó quis dizer com as palavras acima? Ele queria o próprio Deus. Estando separado dEle desde a queda, o homem tenta de tudo para encontrá-Lo. Cada religião é uma expressão dessa busca e desse anseio.
Os seres humanos possuem a capacidade de concluir, a partir das maravilhosas obras visíveis na criação que o Criador invisível existe (Romanos 1:20). Somente podemos encontrar Deus quando Ele mesmo Se revela, e a criação é uma das maneiras pelas quais Ele revelou Sua existência, Seu poder e glória.
A revelação de que Deus é luz e amor, contudo, está em outro lugar. A Pessoa do Senhor Jesus satisfaz todos os três questionamentos colocados por Jó. A resposta sobre onde se pode achar Deus foi a encarnação de Cristo: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou” (João 1:18).
O que nenhuma religião pode nos conceder, o Senhor Jesus Cristo nos dá em Sua Pessoa. Ele veio a este mundo para revelar Deus.
Portanto, se você deseja saber onde encontrar Deus, observe a vida e a morte do Senhor Jesus Cristo. NEle você pode contemplar a grandeza e o amor de Deus, que excedem todo o entendimento humano.

Verdadeiras e falsas ambições

 
Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. [Mateus 6.33]
Jesus agora contrasta aquilo que os pagãos buscam e aquilo que os cristãos deveriam buscar primeiramente. Aquilo que buscamos é o que está colocado diante de nós como supremo bem para o qual dedicamos a nossa vida. Ele é a nossa preocupação, a nossa ambição.
Jesus reduz as opções a duas. Os pagãos são obcecados por seu próprio bem-estar material (comida, bebida e vestimenta), enquanto os cristãos devem estar preocupados acima de tudo com o reino e a justiça de Deus e com a sua propagação por todo o mundo.
Jesus começa com a negativa. Três vezes ele repete sua proibição de não nos preocuparmos com as coisas materiais. Ele não está proibindo nem o pensamento nem a prevenção, mas a ansiedade, pois ela é incompatível com a fé cristã.
Se Deus realmente cuida da nossa vida e do nosso corpo, será que não podemos confiar que ele cuidará de nossa alimentação e vestimenta? De novo, se Deus alimenta passarinhos e veste os lírios do campo, será que não podemos confiar nele para nos alimentar e vestir? Ao mesmo tempo, não podemos interpretar erroneamente o ensino de Jesus.

Barnabé investiu na vida de outros

 
Muitas vezes queremos ter uma posição de destaque e realizar uma obra que será notada por todos. Por isso nos esquecemos da importância do trabalho de retaguarda. Neste sentido podemos aprender com Barnabé, alguém que soube investir na vida de outras pessoas. Por isso mesmo foi um homem que teve um ministério de grande alcance.
Quem olha superficialmente para a vida de Barnabé diz que ele foi uma pessoa de pouca importância na historiada Igreja. No entanto, um estudo mais atencioso da sua vida mostra que, no plano de Deus teve uma importância fundamental.
Deixando todo preconceito de lado, Barnabé reconheceu a obra de Deus entre os gentios de Antioquia e abriu caminho para que Paulo pudesse realizar tudo que realizou. Ele investiu na vida de Paulo, ensinando-lhe também a investir na vida de outros. Foi ele que, vendo em Marcos um futuro líder, deu-lhe treinamento para que mais tarde Marcos tivesse capacidade de escrever o primeiro dos quatro evangelhos.
Foi também Barnabé que, inicialmente sozinho, depois com Paulo, levou em grande escala o Evangelho aos gentios, fundando igrejas que viriam a ter importância fundamental em toda a história do cristianismo. Barnabé era um homem que sabia ouvir e obedecer a voz de Deus. É com pessoas assim que Deus trabalha e realiza a Sua obra no mundo. "Um ministério de investimentos na vida de outros". Talvez esta seja a melhor definição da vida de Barnabé.

Qual Será o Seu Futuro?

Que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam se apoderar da vida eterna (1Tm.6.19)
Por mais que venhamos pensar no futuro, não podemos programar o que irá nos acontecer amanha. Ainda que venhamos traçar grandes projetos não teremos certeza que eles irão se concretizar, por mais sonhos que tenhamos, o nosso amanhã será para nós uma incógnita, porque aquilo que desenhamos como meta, não há certeza que de fato irá tornar-se como desejamos.
Então basta-nos tão somente vivermos cada dia como se fosse o ultimo, o amanhã será apenas como um presente do criador para nós. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. (Mt.6.34).
Se analisarmos atentamente a nossa fragilidade deveríamos valorizar mais o hoje, examinarmo-nos cuidadosamente, fazer o que é correto, aplicar o nosso coração para fazer o certo, o honesto, o justo, já que, o futuro a Deus pertence, por mais sabedoria que venhamos ter, por mais estudos e conhecimentos a que venhamos adquirir, por mais tesouros que podemos ajuntar, nada disto será capaz de acrescentar um dia a mais para nossas vidas. Quando chegar a nossa hora de deixar este corpo, nada e nem ninguém pode interferir.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Porque vale a pena ser cristão

Perguntemo-nos concretamente se vale a pena ser cristão, apesar de vivermos em um país considerado cristão, com raízes e tradições cristãs. Que valor tem para nós o cristianismo, o verdadeiro cristianismo, nos dias de hoje?
Voltaire, ateu convicto, foi convidado certa vez por Frederico o Grande, rei da Prússia. Na hora dos brindes, ele ergueu sua taça e disse, zombando: "Troco meu lugar no céu por um marco prussiano". Um silêncio constrangedor dominou o ambiente por alguns instantes, até que outro convidado à mesa do rei voltou-se para Voltaire e respondeu: "Meu senhor, na Prússia temos uma lei: quem tem algo para vender deve provar que o objeto à venda realmente lhe pertence. O senhor pode comprovar que possui um lugar no céu?"
Ter um lugar no céu – isso é o que realmente importa!
Possuir um lugar no céu – é isso que realmente importa!
A Bíblia nos mostra a condição para recebê-lo: ter genuína unidade de vida com Jesus! Isso acontece através do novo
nascimento (veja João 3.1-8).
Nascemos de novo espiritualmente pela fé pessoal em Jesus Cristo, e assim nos tornamos filhos de Deus: "Mas, a todos quantos o receberam (a Jesus), deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus (renascerem espiritualmente), a saber, aos que crêem no seu nome"(João 1.12). Freqüentemente se ouve: "Afinal, todos são filhos de Deus!" Mas, conforme a Bíblia, isso não é verdade!
Trata-se realmente de um grande engano, que leva muitas pessoas a se acomodarem e tranqüilizarem numa falsa segurança com relação ao seu destino eterno. Todos os homens são criaturas de Deus, mas filhos de Deus – os únicos que terão um lugar no céu – são somente aqueles que

Dê-me Ânimo

 
Talvez você não o tenha dito em voz alta nos últimos dias. Mas as possibilidades são de que você tenha moldado as palavras nos vestíbulos silenciosos de sua alma.
Dê-me ânimo. Por favor.
Talvez você não tenha detido alguém na rua e dito exatamente essa frase. Mas se alguns que se importam bastante olhassem bem de perto... Veriam as palavras escritas no seu rosto carrancudo, nos ombros encurvados, nos olhos súplices. Ouviriam as palavras ecoarem em seus comentários descuidados e nos suspiros suprimidos.
Se a verdade fosse conhecida, revelaria que você implora por algum alento. Procurando-o. Ansiando-o. E provavelmente em aflição por ter descoberto que o produto está em falta.
Foi aí que você esteve ultima­mente? Hibernando na caverna do desânimo? Afagando suas feridas sob algumas nuvens pesadas, escuras, que não se dissipam? Pensando seriamente em renunciar à raça humana?
Se assim for, você está indiscutivelmente desprovido de reforço e de afirmação nestes dias. Começa a perguntar-se não quando che­ga o alívio, mas se ele algum dia virá, certo? Muito embora você não se sinta com vontade de ler nada, realmente creio que estas páginas trarão ajuda. Escrevo-as tendo em mente pes­soas como você... Pessoas que começaram a questionar suas próprias palavras e a duvidar de seu próprio valor. Pessoas que se acham presas ao vale onde o sol raramente brilha e os outros raramente se importam com al­guém.

ENAGANO

 
O princípio em que repousa toda a tática satânica é o do engano e embuste.
Ele é hábil e engenhoso na arte da camuflagem, e para que seus enganos e embustes tenham êxito, é preciso que venham tão astutamente disfarçados que o seu verdadeiro objetivo esteja dissimulado. Trabalha com sutileza e em segredo.
Cristão algum, por mais espiritual que seja, se encontra fora do alcance dos assaltos sedutores de Satanás.
O seu embuste começou no Jardim do Paraíso. "Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi" (Gênesis 3:13). Desde aquela época, até ao presente, Satanás tem seduzido e iludido.
"Mas os homens perversos e impostores", dizia Paulo avisando Timóteo, "irão de mal a pior, enganando e sendo enganados" (II Timóteo 3:13).
Avisava também à igreja em Éfeso: "Ninguém vos engane com palavras vás" (Efésios, 5:6), e também: "para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro, e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro." (Efésios, 4:14).

O que a Bíblia diz sobre o medo?

 
http://1.bp.blogspot.com/-mKMGKvUi5U0/Uu8Gtf_kcJI/AAAAAAAAPTY/Mb0r3o4IWuU/s1600/Deus+wonderful-city-at-the-night-wallpapers_18183_1600x1200.jpgA Bíblia tem muito a dizer sobre o medo. Na verdade, ela menciona dois tipos de medo. O primeiro tipo é benéfico e deve ser encorajado. O segundo tipo é um detrimento e não só deve ser desencorajado, como também superado.
O primeiro tipo de medo é o temor de Deus. Esse tipo de medo não é necessariamente um medo que significa ter medo de algo. Ao invés disso, é um temor respeitoso de Deus; uma reverência pelo Seu poder e glória. Esse tipo de medo também é um respeito adequado à Sua ira. Em outras palavras, é um reconhecimento total de tudo que Deus é através de um conhecimento mais profundo dEle e dos Seus atributos.
Temor de Deus traz consigo muitas bençãos e benefícios. Salmo 111:10 diz: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; têm bom entendimento todos os que cumprem os seus preceitos; o seu louvor subsiste para sempre”. Provérbios 1:7 diz: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução”. Portanto, podemos ver como tanto a sabedoria quanto o conhecimento começam com o temor a Deus.

Medo? As histórias de Elias e Josafá


Vocês devem estar pensando, será que existe alguma ligação entre estes dois personagens bíblicos?
O que eles têm em comum é um sentimento que, muitas vezes, achamos que os grandes homens de Deus não têm – o Medo.
E navegando pelas histórias quero mostrar não só como cada um lidou com este sentimento, mas principalmente a postura de Deus em cada um dos episódios e que lições nós podemos tirar destas histórias para fortalecer nossa relação com Deus.
Primeiro contemos a história de Elias
Elias foi um dos profetas de Deus que vivenciou vários milagres na sua trajetória servindo ao Senhor:
- Através de sua oração não choveu em Israel por três anos e seis meses e pelas suas orações, após este período, as chuvas voltaram a cair (Tg 5.17-18)
- Foi alimentado por corvos (1 Re. 17.6)
- Enviado por Deus a Sarepta, vivencia o milagre da multiplicação da farinha e do azeite na casa da viúva (1Re 17.9-16)
- Através do seu clamor Deus ressuscitou o filho da viúva (1Re.17.17-24)
- Obtém retumbante vitória sobre os profetas de Baal, quando clamou ao Senhor e Deus mandou fogo do céu incendiando o holocausto preparado por ele (1Re.18-20-40)
Com esta intimidade com o Senhor, que resultou em tantos milagres, poderíamos concluir que Elias jamais sentiria medo diante de uma situação ameaçadora.
Não foi o que aconteceu. Ameaçado por Jezabel Elias teve medo 1Re.19.1-3).
Este Medo faz com que ele fuja para o deserto a fim de salvar sua vida, e a situação se torna tão desgostosa que Elias pede a Deus que tire sua vida. Porém não era este o plano do Senhor para Elias. Deus não só não atende ao pedido, como vai ao encontro de Elias para ajudá-lo e para fortalecê-lo (1Re.19.3-18).

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Perdoar e pedir perdão faz bem para a saúde emocional


Perdoar é muito importante. Faz bem a mente e dá "paz no coração". O objetivo maior do perdão é trazer alívio e solução à pessoa que está sentindo raiva, ressentimento ou mágoa. Muitas pessoas confundem o ato de perdoar com consentimento e passividade. Perdoar os outros, e até mesmo a si próprio, não significa de forma alguma aceitar o comportamento que foi prejudicial, muito menos renunciar a valores que foram afetados, perdoar é outra coisa. 
O perdão é processo de conseguir finalizar a dor sentimental causada pelo ressentimento, magoa ou raiva contra uma pessoa ou si próprio, tendo como base uma ofensa percebida, diferenças de opiniões, erros cometidos, fracassos, traições, mentiras, etc. Esse mal estar gera angústia, exigência de castigo, necessidade de restituição e algo que possa compensar o sentimento de perda e engano sofrido. Com isso, a vingança e revanche, muitas vezes, é o caminho que mais parece ser útil, prático e rápido. Porém, gera mais dor e sofrimento que qualquer erro cometido; é amargo e pouco saudável. 
Saber perdoar é de certa forma uma doação. Quem perdoa não impõe condições humilhantes de reparo e compensação. O perdão só é verdadeiro quando percebido pelos atos e não somente pelas palavras. É ser capaz de deixar para trás o passado e viver o presente livre, leve e solto. É um ato concedido sem qualquer expectativa de compensação. Perdoar é se dar sem esperar nada em troca, de tal forma que quem é perdoado não precisa nem tomar conhecimento desse processo. É algo interno e individual.