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quarta-feira, 11 de junho de 2014

De onde me virá o socorro?

"Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra. Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não tosquenejará. Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel.
O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita. O sol não te molestará de dia, nem a lua, de noite. O senhor te guardará de todo mal; ele guardará a tua alma.
O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre" (Sl 121).
O Salmo 121 é um dos Salmos que mais falam ao coração, porque ele fala de situações específicas em nossas vidas, que por vezes, somos levados a passar. Todos nós, de um modo ou de outro, por vezes, nos descobrimos dentro de tais situações.
Ele fala daqueles momentos em que a vida, por assim dizer, se transforma num imenso deserto, somos surpreendidos por labirintos que não parecem ter saída. Olhamos à volta e nos vemos cercados, acuados pela existência.
Tentamos descobrir uma saída, uma porta, mas não a enxergamos. Olhamos para o alto, não pelo fato de pensarmos de antemão que o nosso socorro vem do alto, mas porque o nosso cerco elevado, as dificuldades são imensas, os obstáculos tão grandes, que para divisar o cimo, o topo destas dificuldades, temos que olhar para o alto mesmo, visto que elas cresceram, tornaram-se maiores que a nossa estatura, agigantaram-se.
E a sensação que temos diante delas, é que não passamos de insetos, gafanhotos, somos prisioneiros desta conjuntura de aprisionamento – quer seja moral, emocional, comportamental, econômicos ou profissional.

Por que Deus demora em responder certas orações?

Para que as nossas orações sejam ouvidas, devemos ser considerados justos por Deus, obedecendo tanto às Suas leis como às leis dos homens; dando a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus, como recomendou Cristo em Mateus 22.21.
O rei Ezequias, por exemplo, prezava a justiça e tinha o cuidado de andar sincera e honestamente diante de Deus e dos homens. E você? Tem andado de acordo com a fé que professa em Cristo? Tem respeitado a ética e adotado uma conduta cristã? Tem observado os princípios bíblicos em todos os aspectos?
Temos um compromisso com a integridade. Precisamos ser coerentes com aquilo em que afirmamos crer. Devemos andar retamente diante de Deus e dos homens, cumprindo as leis relativas ao Reino de Deus, mas também as de nossa nação, como bons cidadãos do céu e desta terra. O bom cidadão é aquele que obedece às leis constituídas e cumpre com todos os seus deveres como mordomo fiel.
O homem de Deus é identificado por meio de sua submissão às leis divinas e às leis terrenas. Ele há de reluzir como astro no meio das trevas do pecado, e a sua oração certamente será ouvida e poderá até mudar o propósito do Senhor.
Sendo assim, antes de orarmos, façamos uma análise introspectiva, para verificar se temos alguma pendência, demanda ou dívida para com o nosso próximo que obstrua nossa comunicação com o Pai celestial. A Palavra de Deus nos exorta: A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei (Romanos 13.8).
Cristo enfatizou a necessidade do amor para um relacionamento saudável com Deus e com os homens. Esse sentimento torna o cristão mais sensível e mais suscetível a perdoar. Se as nossas orações estão sem resposta, é possível que o nosso coração ainda esteja fechado para perdoar a quem nos ofendeu. Daí a recomendação de Jesus em Mateus 5.23-25:
Se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta. Concilia-te depressa com o teu adversário.

Como Vencer os Poderes das Trevas

Os santos devem estar equipados para o serviço de Deus, e por isso devem estar fortalecidos no Senhor e na força do seu poder, e o modo de fazer isto ése revestir permanentemente de toda a armadura de Deus, para poderem permanecer firmes contra as ciladas do diabo, o arqui-inimigo de Deus e também deles que não lhes dará trégua por um só instante, enquanto eles viverem neste mundo, como se vê em Ef 6.11.
A luta espiritual que os cristãos empreendem neste mundo não é uma guerra civil contra os homens, contra os corpos deles, ou seja, contra a carne e sangue, mas uma guerra nas regiões celestes contra os principados e potestades, os príncipes do mundo de trevas e contra todas as hostes espirituais da iniquidade que estão debaixo do governo deles, como se lê em Ef 6.12.
Por detrás de todos os ataques que os cristãos recebem por causa do evangelho se encontra a mão destes poderes espirituais invisíveis que operam nos corações dos homens, indispondo-lhes contra a mensagem da cruz.
Como esta luta é espiritual contra inimigos invisíveis, para vencê-los e não sermos vencidos pelos ataques e tentações deles é preciso estar revestidos de toda a armadura de Deus, veja, uma armadura espiritual que recebemos de Deus, e que não se encontra naturalmente em nós, e que pertence ao Senhor e não aos cristãos.
Sem esta armadura não é possível resistir no dia mau quando estes poderes do inferno vêm contra nós.
Mas revestidos com a armadura divina podemos vencê-los e permanecer firmes nos ataques que vierem desferir contra nós, como se afirma no em Ef 6.13.

Viva a liberdade!

Como filhos de Deus, somos livres! Claro que isso é possível mediante a graça redentora de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, a quem amamos e cuja volta triunfal e maravilhosa esperamos.
Em Apocalipse 3.14-22, Deus fez uma advertência à Igreja que se encontrava em Laodicéia, dizendo aos seus membros que eles não eram frios nem quentes, e sim mornos. Ou seja, viviam de aparência, usando máscaras em sua família, no trabalho, na cidade em que moravam. Eles agiam de maneira totalmente diferente de quando estavam na igreja.
Entretanto, observe que atitude linda e importante, que promessa maravilhosa Deus fez a eles, pois ela se estende a mim, a você e a toda a nossa geração na face da terra.
Nos versículos 21 e 22 de Apocalipse 3, em outras palavras, está escrito: Ao que vencer, lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu [Jesus] venci e me assentei no trono com meu Pai [Deus de todo poder nos céus, na terra e no mar; e tudo está sob o Seu controle]. (Adaptação e ampliação da autora)

domingo, 1 de junho de 2014

A Seleção Vitoriosa

Essa é uma seleção que ganha todas. O primeiro convocado foi Abraão, que marchou para um campo desconhecido, e em tudo foi obediente às instruções do seu Superior. Depois vieram Isaque e Jacó. 
Para um ataque arrasador no campo do adversário, foi chamado Moisés. A primeira batalha foi ganha. Os selecionados, agora seiscentos mil homens, foram para uma concentração no deserto, onde receberam orientação para vencer o inimigo em seu próprio terreno.
Antes do primeiro embate na cidade de Jericó, onde até as muralhas caíram, tal a força do ataque, houve mudança de comando, mas a ordem continuou a mesma: vencer e vencer. O seleto grupo de homens e mulheres não seria apenas vencedor. Seria mais que vencedor. 
Esse grupo arrojado, crescendo em número a cada dia, venceu todas, exceto alguns poucos insucessos que experimentaram por não seguirem à risca a cartilha do Comando. Os rebeldes foram castigados a bem da disciplina e da ordem. 
Era preciso vencer um adversário que pintava e bordava. Adversário perigoso, e, além disso, ladrão e mentiroso. Foi quando surgiu um comandante que nunca perdeu batalha, conhecido como o Mestre, o Leão da Tribo de Judá, a quem foi dado todo o poder para derrotar o inimigo e cantar o hino da vitória.
O infalível Mestre começou por colocar ordem na casa. Convocou inicialmente apenas doze para o seu time. Nenhum deles tinha experiência nos combates que se seguiriam. Foram necessários mais de três anos para que esse grupo assimilasse a tática e a técnica. Animados pelo Mestre, em quem depositavam inteira e irrevogável confiança, seguiram avante com coragem, ousadia, fé e amor. 

O Que É o Homem?

Alguns o chamaram de metamorfose ambulante por crer em sua permanente mutação. Outros o chamaram de animal pensante ou homo sapiens. A antropologia fora criada no interesse de entender suas relações com os demais integrantes de seu convívio; a psicologia tem labutado na intenção de ajudá-lo a viver bem consigo mesmo e com as questões que o cercam.

Entretanto nem a psicologia nem a antropologia têm conseguido explicar com perfeição quem é o homem e porque ele age do modo como vemos.O modo como o homem tem agido ao longo dos séculos tende a nos dá condições de entender que ele está em permanente retrocesso.

Charles Darwin criou a teoria da evolução na qual indiretamente deduz que o homem tem suas origens no macaco, mas observando o homem, suas relações, seus níveis de interesse e sua desumanidade crescente, temos mais razões para crer que o homem está se transformando num animal do que para aceitarmos que o animal se tornou homem.
Independentemente de cultura, religião, cor, raça ou nacionalidade o homem é o mesmo. Seus hábitos podem diferenciar, mas seu instinto desumano é invariavelmente o mesmo. Há exceções raríssimas sobre isso, mas a regra regente é essa: o homem é um ser corrupto!
Pretendemos e não escondemos é apontar alguns dos comportamentos humanos dentro de uma perspectiva puramente analógica, mas sem deixar de assinalar com
o solução o fator religioso, ou mais precisamente cristão.

Amor, sexo, lascívia!

Uma das palavras mais populares do vocabulário dos adolescentes é amor. Porém poucos adolescentes realmente sabem o que é amor de verdade. Muitos confundem amor com lascívia, desejo, cobiça. Amor é de Deus – lascívia é do diabo. O amor liberta — a lascívia lhe prende na armadilha.
Adolescentes cheios de lascívia e desejo têm produzido contextos que chocam qualquer senso de decência. Uma onda de promiscuidade sexual varre o país e o mundo. Os jovens conversam abertamente sobre viverem juntos sem estarem casados, anticoncepcionais, gravidez, fornicação vergonhosa.
As doenças venéreas estão atingindo milhares de adolescentes. As escolas estão alarmadas. Os pastores se preocupam. Os pais estão horrorizados. Os adolescentes estão sendo lançados numa órbita de luxúria e de paixões abomináveis e implacáveis.
Eis uma história verídica de dois jovens que confundiram lascívia com amor. Ele era filho de um homem rico. Ela era a bela filha de uma família destacada socialmente. Ele achava difícil conseguir fazer alguma coisa com ela. Isso o incomodava dia e noite. Começou a elaborar e desenvolver planos sobre como possuí-la. Ela era completamente inocente; desejava mais do que nada encontrar o amor de sua vida.
Ele era bom de papo e tinha muitos amigos. O seu primeiro passo foi ganhar a confiança dos pais. Se transformou num tremendo fingido; usou todos os truques que havia nos livros; disse aos amigos que estava apaixonado por ela — que não conseguia nem dormir e nem comer. Ele teria de possuí-la de qualquer jeito. Um dia o mundo desabou em cima dela. Ele falou suave como o diabo, e foi astuto como uma raposa. Era mais forte do que ela.
Os registros dizem que ele a forçou. Mais tarde soube-se que ela tentou fugir mas não conseguiu. Ela chorou dizendo da vergonha terrível que seria, de como estariam ofendendo os pais dela, da loucura que ele estaria fazendo a si mesmo — mas ele não quis ouvir.
O amor ouve, mas a lascívia jamais. O amor é cauteloso — a lascívia é cega e descontrolada. Era amor de verdade? Você mesmo vai responder. Cinco minutos após tê-la desonrado, ele subitamente muda. Ela vê nele o animal que ele realmente era. Ele ordena que ela suma. Ela chora histericamente; suplica que ele não faça uma coisa assim tão odiosa. Ele tinha sido muito amoroso – mas agora que havia conseguido o quê desejava, a odiava.

FATORES BÍBLICOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO REINO DE DEUS: A Mulher samaritana

“Os fariseus ouviram falar que Jesus estava fazendo e batizando mais discípulos do que João, embora não fosse Jesus quem batizasse, mas os seus discípulos …
... Naquele momento os seus discípulos voltaram e ficaram surpresos ao encontrá-lo conversando com uma mulher. Mas ninguém perguntou: Que queres saber? ou: Por que estás conversando com ela? Então, deixando o seu cântaro, a mulher voltou à cidade e disse ao povo: Venham ver um homem que me disse tudo o que tenho feito. Será que ele não é o Cristo? Então saíram da “cidade e foram para onde ele estava”. (João 4:1-30)
Desconhecemos o nome da mulher que comumente conhecemos apenas como mulher samaritana. Nada sabemos a seu respeito, senão que ela vivia uma vida devassa tendo se unido a cinco maridos, e estava com o sexto que não era oficialmente seu esposo. A mulher de Samaria ainda não conhecia o bastante para evangelizar sua vizinhança, mas trouxe toda a cidade para ouvir a pregação de Jesus.
O fator Mulher Samaritana representa todas aquelas pessoas que mesmo não tendo nenhum dos dons espirituais , motivacionais e nem ministeriais contam seu testemunho e assim, atraem dezenas de vidas para o Salvador. Aquelas pessoas que não são versadas no ensino teológico ou filosófico, nada sabem acerca de história ou das ciências modernas, mas quando contam o testemunho da transformação que Deus operou em suas vidas, arrancam lágrimas dos ouvintes, os quais correndo se lançam aos pés do nosso Senhor Jesus Cristo.
Os depoimentos dos salvos são verdadeiras mensagens do evangelho cujo poder salva aos que creem. Os quatro evangelhos são, na verdade os depoimentos dos que viram as obras magnificas de Jesus. Ao contar o seu testemunho, o cristão expõem um aspecto glorioso do evangelho: o seu poder para restaurar. Desde cedo, quando ainda era uma criança na fé, fui instruído que ao sair para evangelizar, na ausência de conteúdo, seria válido contar como foi que me encontrei com Jesus e o que Ele fez na minha vida.
Muitas pessoas limitam o depoimento do que Deus fez em suas vidas ao público central da igreja a que pertence. Mas uma poderosa mensagem evangelística é o testemunho de mudança de vida. Quando informamos as pessoas do que recebemos de Deus, estamos atestando para as pessoas que nosso Deus é poderoso para fazer o que precisamos e não conseguimos fazer sozinhos.

Eu Não Vou Desistir

Se o Senhor não tivera ido em meu auxílio, a minha alma quase que teria ficado no silêncio. (Sl. 94.17)

Se pararmos um pouco e analisarmos nosso viver, nós mesmos vamos nos surpreender quando percebermos que tamanha é a força que Deus colocou dentro de nós, quantas lutas ferrenhas já travamos e Quanta aflição passamos? Quantos descasos e humilhações saborearmos sem fazer cara feia? Quanta dor já suportamos calados, com sorrisos nos lábios e tristeza na alma? E, em muitos casos foram tão árdua e intensa que nossa alma parecia ficar febril.
Quanta amargura já nos sobreveio? Quanta consternação já dominou as nossas forças? Quantas vezes achamos que não iriamos suportar?Em quantas ocasiões a dor era tão forte que parecia-nos até ser palpável, choramos, lamentamos, em alguns casos perdemos, em outros ganhamos, porém tudo se passou e nós continuamos vivos e lutando.
Refletindo então, o que mais tirava o nosso equilíbrio era nossa impotência diante de determinada situação. Quão insuportável é perder algo que passamos a nossa vida inteira tentando construir. Infelizmente, por diversos motivos, situações assim, entre as pessoas é corriqueira, porém a dor mais forte é quando sabemos que uma dessas coisas podem ter nos acontecido por erro nosso. Como é amargo o gosto da derrota, é difícil suportar a dor de uma perda.