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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A ESCOLHA

Por conta do sacrifício de Jesus cristo na cruz do Calvário, temos liberdade para fazer escolhas; Devemos mesmo que contrariando nossos desejos e natureza escolher...
ESCOLHER O AMOR...
O amor é a base de todo relacionamento perfeito no céu e na terra. Ninguém pode viver sem amor, pois sem amor se morre física e emocionalmente. Porque Deus é amor e manifestou isso ao enviar Seu Filho unigênito para que vivamos por Ele, Jesus Cristo trouxe esse amor ao mundo. Ele não só falava de amor, mas agia em concordância.“Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1João 4.7-8)
ESCOLHER A ALEGRIA...
Todos querem experimentar a felicidade e alegria. Muitas pessoas gastam bastante dinheiro para obter o que no final se revela apenas um delírio passageiro e superficial. Outros são mais reservados. Passam pela vida e jamais conseguem saber o que é uma vida de contentamento.
A fonte de alegria é o Senhor, pois mesmo durante as mais duras provações, podemos experimentar a alegria. Temos o Espírito de Jesus, o Óleo da alegria: “Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros” Sl. 45.7.
ESCOLHER A PAZ...
É o desejo mais profundo do ser humano. A paz de Deus em nossas vidas é precedida pela paz com Deus, que é muito mais do que ausência de conflitos internos ou externos, visto que a paz do Espírito Santo não depende de circunstâncias felizes por ser um estado de alma: “Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”-Jo.16.33
A paz divina está ao alcance de todo o que crê, pois tem sua fonte em Deus, o qual sabe perfeitamente o que nos convém e faz com que todas as coisas cooperem para o bem dos que O amam.
ESCOLHER A LONGANIMIDADE...
Porque é necessário ter tolerância que suporta as injúrias e as ações malignas do outro sem permitir-se a ira ou a ânsia de vingança, é paciência com amor. Na verdade, é a capacidade de resistência às controvérsias, tão difícil mas necessária.
ESCOLHER A BENIGNIDADE ...
Atos de bondade, na intenção de Deus, atos praticados sem se exigir (ou mesmo querer) lucro, recompensa ou retorno. Mais uma vez se faz necessário lembrar que SEM o Espírito de Deus ninguém consegue praticar essa bondade, não faz parte da essência do ser humano.
ESCOLHER A BONDADE...
As pessoas boas exercem uma influência silenciosa comparadas ao sal. Ser “Sal” é ser diferente do mundo nas atitudes essenciais de coração e mente. O cristão é comparado à luz que é manifesta, enquanto o sal fica escondido. As pessoas devem ver as nossas boas obras, pois a bondade cristã é ativa. O Salmo 23:6 nos diz que certamente a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida.
ESCOLHER A FIDELIDADE...
O Espírito Santo molda a fidelidade em nosso caráter e nos faz fiéis em tudo. “Sendo o discípulo fiel no pouco, também o será no muito e sobre o muito será colocado”: Mt.25.21. Ele nos leva a ser fiéis ao Senhor, ao próximo e a nós mesmos, não abrindo mão dos valores espirituais da Palavra de Deus. Em Ap. 2:10: Os que permanecerem Fiéis até a morte, receberão a Coroa da Vida
ESCOLHER A MANSIDÃO...
Onde os nossos próprios conflitos emocionais e nossas frustrações pessoais estão sob controle.O orgulho vem quando olhamos para nós mesmos, a mansidão vem quando olhamos para Deus. Manso é a pessoa capaz de perder uma discussão, sem se exasperar; capaz de discutir um assunto, sem perder a calma; capaz de ser livre do espírito de vingança, mesmo diante da provocação.
ESCOLHER O DOMÍNIO PRÓPRIO...
Devemos buscar no Espírito Santo forças para nos controlar, auto controle no agir, no falar e alimentar de palavras que edificam e não destroem; o fortalecimento interno e disciplina, que não podem ser conquistados mediante exercício e treinamento, mas pelo agir do Espírito Santo. Devemos buscar o controle do corpo e mente, “Na nossa carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em cada um de nós; não, porém, o efetuá-lo, porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço”- Rm.7.18-19.
Se formos bem sucedidos nessas escolhas, louvaremos a Deus. Se falharmos, buscaremos sua graça. E então, ao anoitecer, colocaremos nossas cabeças sobre os travesseiros e descansaremos.

Lidiomar T. Granatti
Por Litrazini
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