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sexta-feira, 24 de junho de 2016

POR QUE DEUS PERMITE QUE COISAS BOAS ACONTEÇAM A PESSOAS MÁS?"

Esta questão é semelhante ao seu oposto: "Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam a pessoas boas?" Ambas as perguntas se referem ao que parece ser a injustiça desconcertante que testemunhamos todos os dias. O Salmo 73 é a nossa resposta às mesmas perguntas que atormentaram também o salmista. Encontrando-se em terrível angústia e agonia de alma, ele escreve: "Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos. Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos" (Salmo 73:2-3).

JESUS APARECE A REFUGIADOS QUE CRUZAVAM MAR E ACALMA TEMPESTADE

REFUGIADOS SOBREVIVERAM À PERIGOSA TEMPESTADE E SE CONVERTERAM

O testemunho de Erick Schenkel, diretor-executivo do Projeto Filme Jesus tem surpreendido muitas pessoas na Europa. Ele conta que sua missão está trabalhando no discipulado de um grupo de refugiados que afirmam ter visto Jesus no mar Egeu.
Eles estavam em um barco como as dezenas que atravessam do norte da África para a Grécia todos os meses.
O vento forte e as ondas altas ameaçavam virar a embarcação cheia de imigrantes fugindo do Médio Oriente. Todos sabiam que muitos outros nas mesmas condições morreram na travessia.

JESUS VEIO QUEBRAR AS REGRAS?

JESUS VEIO OBEDECER A LEI DE DEUS SEM SUBTRAÇÕES“Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido”.

Sabemos que quando Jesus foi tentado, Satanás utilizou a Palavra de Deus. Essa é uma velha tática utilizada por ele que visa dizer uma meia verdade com o objetivo de nos fazer pecar. Não foi isso que ele fez com Eva? A serpente disse: “Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês, como Deus, serão conhecedores do bem e do mal”. Conheceram isso foi uma verdade, mas da pior maneira, pecando.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

FESTA JUNINA: POSSO PARTICIPAR?


Meditemos: pode o cristão protestante participar das comemorações alusivas à festa junina? Bem, creio que uma pessoa cristã protestante não deve participar das chamadas festas juninas ou “festa dos santos populares”.

Este último nome exprime tudo. A partir do ensino das Escrituras Sagradas os cristãos protestantes não celebram, homenageiam, louvam, cultuam, exaltam ou adoram seus conservos (Cl 4.7), mas unicamente a Deus. Nem mesmo anjos merecem esse tipo de veneração (Ap 19.10; Ap 22.9). Esta comemoração é cristã romana e não envolve o protestantismo. É celebrada por católicos romanos e não por cristãos protestantes. É cultura? Sim, porém, romanizada. A mistura, o sincretismo religioso, é perigoso e danoso.
Comemorada em muitas partes do mundo, tal festa aparentemente pagã foi cristianizada na Idade Média aplicada a São João, por isso, Festa de São João (festejado em 24/06). O conceito cristão romano incorporou ainda São Pedro, São Paulo (ambos celebrados em 29/06, festa litúrgica também chamada “Solenidade dos Santos Pedro e Paulo”) e Santo Antônio (comemorado em 13/06).

sexta-feira, 17 de junho de 2016

COMO CONSEGUIR O PERDÃO DE DEUS?

E, entrando no barco, passou para o outro lado, e chegou à sua cidade. E eis que lhe trouxeram um paralítico, deitado numa cama. E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem bom ânimo, perdoados te são os teus pecados. Mateus 9.1,2

Todos nós sem exceção já cometemos algum pecado (Romanos 3.23). Pecado é toda desobediência cometida contra Deus e sua palavra. O pecado nos afasta de Deus e pode enterrar nossa vida na amargura, nosso coração na tristeza e mandar nossa alma para o inferno! Todo pecado tem consequência no mundo físico (aqui na terra) e espiritual (mundo invisível).

I – QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO?
• Nos afasta de Deus (Isaias 59.2);
• Nos torna inimigos de Deus (Tiago 4.4);
• Trás morte espiritual e eterna (Romanos 6.23);
• Condena a alma (Salmo 9.17);
• Impede que prosperemos (Provérbios 28.13);
• Impede que Deus ouça as nossas orações (Salmo 66.18/Provérbios 28.9);
• Atrai maldição (Deuteronômio 28.15-19);
• Nos faz filhos do diabo (I João 3.7-10);
• Trás infelicidade (Salmo 1.1-6 – observe o contraste entre o justo e o ímpio);
Se o pecado é tão ruim e trás resultados tão amargos, como podemos ter o perdão de Deus para eles? Será que todo pecado tem perdão?

DEUS EM PRIMEIRO LUGAR

A escala de valores de muitos cristãos está desordenada. Alguns estão vivendo de modo desordenado porque não fazem a menor ideia do que as Escrituras ensinam a respeito do assunto; outros porque mesmo tendo os valores e prioridades devidamente ordenados no conceito mental, não conseguem tê-los na prática. Acabam deixando que aquilo que é urgente tome o lugar daquilo que é importante.

A primeira coisa a ser feita ao ordenarmos nossos passos, é conhecer a escala de valores do ponto de vista de Deus, aquilo que a Bíblia ensina. Depois, é lutar por fazê-la funcionar!
DEUS EM PRIMEIRO LUGAR
Não há nada, absolutamente nada que possa ocupar o primeiro lugar de nossas vidas, a não ser Deus. O mandamento dado a Moisés foi lembrado e enfatizado pelo próprio Senhor Jesus: “… Respondeu Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses.” (Marcos 12.28-31).

terça-feira, 7 de junho de 2016

ESCALA DE VALORES: FAMÍLIA EM SEGUNDO LUGAR

Muita gente tem errado ao pensar que a igreja ou o ministério vem depois de Deus. É como um caso que ouvimos.

Uma senhora do interior de São Paulo disse que Deus a chamou para uma missão e desapareceu de casa por mais de um mês. Quando os irmãos da congregação perceberam o que estava acontecendo, tiveram que cuidar dos filhos desta mulher que não tinham o que comer e nem vestir. O marido estava furioso porque roupas chegaram a apodrecer no tanque enquanto a família aguardava ansiosa o término da “missão”.

Isto é um absurdo! Uma mulher destas nunca leu a Bíblia! Até no caso de diminuir a intensidade do contato físico para se dedicar à oração, o casal deve estar em acordo (1 Co 7.5). Mas aquela mulher não consultou seu marido, ela apenas disse: – “Deus me chamou e eu estou indo”. E ainda por cima dizia que o marido era “carnal” a ponto de não discernir a voz de Deus…

VENCENDO SUAS BATALHAS ESPIRITUAIS

No campo de batalha da tentação, os cristão devem assegurar-se da vitória. Nós temos uma maneira de permanecer na batalha. Jesus. Senhor do Céu. Vencedor da Morte. Ele é nossa arma secreta.

São poucos os dias que passam sem que fiquemos frente a frente com uma decisão inevitável, imprevisto e sem convite. Como uma avalanche, estas decisões caem sobre nós sem aviso. Elas desorientam e perturbam. Rápido. Imediato. Inesperado. Sem conselho, sem estudo, sem recomendação. Pow! Inesperadamente você é lançado no mar de incerteza e apenas o instinto determinará se você cairá em pé.
Quer um bom exemplo? Olhe para três apóstolos no jardim. Dormindo profundamente. Cansados depois de uma refeição completa e de uma semana cheia, suas pálpebras muito pesadas, foram acordados por Jesus apenas para voltar a cair na terra dos sonhos. A última vez, entretanto, que eles foram acordados por Jesus para retinir espadas, acender tochas e falar em altas vozes.

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE O ESTUPRO?

Em primeiro lugar, a partir do relato da criação (Gênesis 1.26-28) já deduzimos que o estupro é uma prática incompatível com a sexualidade original projetada por Deus; uma falsificação sexual na qual um homem violenta sexualmente uma mulher contra a sua vontade.
Em segundo lugar, nas leis do Deuteronômio, quando uma moça estivesse comprometida, noiva ou casada, e fosse estuprada, a pena era capital: morte, mas apenas para o estuprador. Caso a moça estivesse solteira, a pena era a de indenizar à família com 50 peças de prata, mais a obrigação de casar-se com ela (recebê-la como mulher e não objeto) na condição de jamais poder divorciar-se dela. Em outras palavras, sexo era coisa séria para Deus e, consequentemente, deveria ser para o seu povo (Cf. Deuteronômio 22.25-28)
Além disso, duas histórias bíblicas reforçam a seriedade do princípio anti-estupro e as consequências capitais para os agentes. A primeira está no livro de Juízes 19-20, que narra a história de um levita com sua concubina durante uma viagem. Pelo caminho, cansados, passam por uma cidade e não tem onde repousar. Para sua sorte, um velho os encontra na praça da cidade de Gibeá e os hospeda em sua casa.
De repente, um grupo de vadios invade sua casa para estuprar o levita — a antiga prática de sodomia —, mas o hospedeiro os proíbe de fazer qualquer coisa contra o seu hóspede, como mandava a cultura. Em troca, o velho oferece sua filha virgem e a concubina do levita, mas os vadios rejeitam. Então, numa atitude de autoproteção, o levita empurra sua concubina para fora da casa e os vadios, enfurecidos, estupram-na a madrugada inteira. Ao alvorecer, o levita segue viagem, põe a moça no animal de carga, mas ela já estava morta. Ao chegar em casa, o levita sepulta sua concubina — de uma forma estranha para nós — cortando-a em doze pedaços, dispensando-os entre as doze tribos de Israel, como uma honraria nacional.

DEUS ESTÁ NA CIÊNCIA

A ciência é o caminho que percorremos na busca pelo conhecimento. É, portanto, um caminho infinito, uma trilha em que a todo momento somos ou convidados ou desafiados a pensar, porque é pensando, dedicando nossa atenção a um certo aprendizado, é que conquistamos o saber.
Ao longo da vida, seguimos por essa estrada do conhecimento, que a ciência pavimentou e continua a pavimentar, centímetro a centímetro, a cada nova descoberta.
De saber em saber, o homem avança na construção do conhecimento. Como saber não ocupa espaço, meus amigos, não podemos deixar passar nenhuma das oportunidades que nos surgem pela frente de pavimentar mais um pedaço da estrada que devemos trilhar em nossa longa caminhada.
Para nós cristãos, é ainda mais importante ter a compreesão do mundo e das coisas do mundo sob o ponto de vista científico.
Deus codificou o Universo na linguagem matemática. Foi por isso que o cientista Albert Einstein disse: “Eu quero conhecer a mente de Deus”.
Compreender essa gênese do mundo a partir da ciência é estar mais próximo daquilo que Deus pensou para o homem e para cada um de nós cristãos em particular.
Buscar o conhecimento aproxima o homem de Deus tanto quanto a fé infinita que temos e devemos ao Senhor em nossa plena confiança em Seus desígnios.
É preciso incorporar a compreensão de que ciência e fé são dois lados de uma única moeda, dois dialetos de um mesmo idioma. Esses são pressupostos de um mundo pleno e verdadeiro, de pessoas realizadas em corpo e espírito, de homens completos.
Eis a nossa busca: a plenitude. De corpo e espírito, pela ciência e pela fé.

Robson Rodovalho