Crescimento Espiritual : 2019

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O QUE É EXATAMENTE O AMOR?

Em geral, os dicionários definem o amor como um sentimento de ternura, afeição, amizade, dedicação, afeto, paixão etc. Biologicamente, o amor é definido como um sentimento de adesão a pessoas de sexo igual ou diferente, tendo como base a simples atração sexual. Na concepção filosófica de Platão, o amor é o desejo de se atingir ao belo, no sentido de perfeição.
Para tentarmos responder a esta enigmática e corriqueira questão, faz-se mister saber – primeiramente – o que não é amor. Vejamos:
O AMOR NÃO É UM DOM
É muito comum ouvirmos as pessoas definirem o amor como um dom: "o dom supremo", "o dom perfeito", "o dom maior", "o dom por excelência", "o dom do amor" etc. Todavia, será que encontramos tais definições nas Escrituras? A resposta é um contundente NÃO! Em toda a Bíblia não há sequer uma referência que defina o amor dessa forma. No sentido de carisma, o amor jamais pode ser considerado um dom.

O PERDÃO E A CURA

“Porque se perdoardes aos homens as suas ofendas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens ( as suas ofensas), tão pouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.“( Mt 6. 14-15).
Muitas pessoas têm sido prejudicas por familiares, sócios ou amigos, e buscam justiça, e como acreditam que a justiça deve ser buscada. E se não for feita justiça dentro dessas circunstancias, elas se tornam amarguras e cheias de ódio. Muitos desses indivíduos podem ter sintomas físicos que podem ser diretamente relacionados com essa atitude de rancor. Eles criam uma raiz de amargura que produz toxinas que passam ao seu organismo, e assim começam a passam ao seu organismo, e assim começam a sofrer distúrbios metais e físicos.
Quando somos prejudicados de uma forma ou de outra, temos que perdoar. Mesmo que nosso ofensor não nos peça perdão, precisamos perdoa-lo.
Jesus é o exemplo perfeito desse fato. Quando Ele estava pregado na cruz, ninguém lhe pediu perdão; pelo contrário, eles estavam zombando dEle e o atormentando. Mas Ele disse: “ Pai, perdoa-lhes. “ Portanto, o perdão não é um ato opcional; é um mandamento.

A ÁGUA VERDADEIRA


“Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la”. João 4.13-15
O INTERESSE DE JESUS: OFERECER ÁGUA VIVA.
Uma água que saciasse toda a sede espiritual daquela mulher: a sede de Deus.
Uma água que purificasse o seu coração sujo pelo pecado.
Uma água que trouxesse alívio às suas dores, as suas aflições, aos seus sofrimentos.
Uma água que oferecesse vida eterna.
O INTERESSE DA MULHER: PROVAR DE UMA ÁGUA MILAGROSA.
Uma água que saciasse toda sua sede física.
Uma água que lhe possibilitasse menos esforço físico.

Consolo para o Aflito

Muitas são as aflições do ser humano; todos, passaram, estão passando ou, passarão por elas. Várias são as necessidades: alimento, água, ar, amor, companhia, realização, esperança, consolo; Por vezes o desânimo e a tristeza, teimam em nos dominar, chegamos às raias do desespero, procuramos socorro por todo lado, família, amigos, conhecidos, líderes espirituais e nada de luz no fim do túnel.
A Bíblia nos encoraja a permanecer firmes e a perseverar na fé: Através de muitas tribulações, nos importa entrar no Reino de Deus: At. 14.22.
A tribulação faz parte da vida do servo do Senhor, mas, o consolo também, Deus não perdeu o controle da situação, Ele não nos esqueceu, veja o que ele diz em Isaias 49.13-15: Exultai, ó céus, e alegra-te, ó terra, e vós, montes, estalai com júbilo, porque o SENHOR consolou o seu povo, e dos seus aflitos se compadecerá. Porém Sião diz: Já me desamparou o SENHOR, e o meu Senhor se esqueceu de mim. Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.
Pode confiar, Deus é fiel à sua Palavra

Aflição, angústia, desespero!! Ah Senhor!!

Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós. (Ef. 3.20)

Nesses tempos que precedem a volta de Cristo, a aflição, agonia e desespero tem sido uma constante na vida da maioria das pessoas que servem ao Senhor.
O Povo de Deus (aqui eu abro aspas, porque me refiro aos cristãos comprometidos com Deus e seu Reino) tem passado pelo funil, situações de difícil compreensão e entendimento por parte dos incrédulos e até mesmo alguns dentre o povo de Deus, pois, são batalhas de cunho espiritual.
Em alguns momentos chegamos a pensar que é um pesadelo, que o dia vai amanhecer, vamos acordar e tudo estará normal.
Ledo engano, o dia amanhece e o pesadelo continua.
Se formos olhar com os olhos naturais, simplesmente o desespero tomaria conta de nossas vidas.

Pare de murmurar

Afinal, o que quer dizer “murmurar”?
Segundo o Dicionário Aurélio: dizer mal; maldizer; conceber mau juízo; falar (contra alguém ou algo); criticar; conversar, difamando ou desacreditando
E o que nos leva a murmurar?
Ansiedade; falta de fé; falta de sabedoria; falta de conhecimento da Palavra de Deus
Vamos entender o que acontece quando murmuramos:
Quando começamos a murmurar é sinal de que estamos duvidando de Deus; é porque a nossa fé esta fraca acabamos dando brecha para o inimigo, e é isso que ele quer.
Pois bem, muitas vezes quando as coisas não saem do jeito que queremos e não entendemos o propósito de Deus, começamos a reclamar e é aí que erramos, pois reclamar não vai resolver o problema, não é dessa forma que receberemos a vitória. Lembremo-nos do povo de Deus, que passou quarenta anos no deserto por causa da murmuração.
Geralmente, quando murmuramos, nos esquecemos que o Deus que servimos é capaz de fazer muito mais do que pedimos, ou pensamos (Ef. 3.20). Deus sabe das nossas necessidades e o que é melhor para nós, não adianta reclamar. Acredite, reclamar não é a solução.

ANJO DA GUARDA EXISTE? É BÍBLICO?

A Escritura menciona claramente que Deus envia os seus anjos para a nossa proteção: “Porque a seus anjos ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos; com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra” (Sl 91.11,12).
Mas algumas pessoas vão além dessa ideia de proteção geral e pensam que Deus dá um “anjo da guarda” específico para cada indivíduo no mundo, ou ao menos para cada cristão.
As palavras de Jesus a respeito dos pequeninos têm servido de apoio para essa ideia: “Pois eu lhes digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai celeste” (Mt 18.10). Contudo, nosso Senhor pode estar dizendo que os anjos designados para a tarefa de proteger as criancinhas têm pronto acesso à presença de Deus. (Para usar uma analogia esportiva, os anjos podem valer-se da marcação “por zona” em vez da marcação “homem a homem”.)
Quando os discípulos em Atos 12.15 dizem que o “anjo” de Pedro devia estar batendo à porta, isso não implica necessariamente na crença do anjo da guarda individual. Poderia ser que um anjo estivesse guardando ou tomando conta de Pedro naquela situação específica.

Educar filhos não é difícil

Não é nada raro presenciar cenas como a que vimos alguns dias atrás...
Era sábado à noite e saímos nós dois para jantar. Próximo de onde nos sentamos, algumas crianças pequenas começaram a brincar. Elas subiam e desciam, gritavam e se agitavam, como qualquer criança cheia de saúde e alegria. Não sei quantas vezes ouvi pai e mãe chamando as crianças. Diziam não, chamavam para perto de si, mandavam que sentassem e prometiam alguma disciplina que em nenhum momento os vi colocar em prática.
Houve um tempo em que um olhar bastava, um ou dois nãos e algumas chineladas... Essas então funcionavam na hora.
Agora, dez nãos, alguns tapas e olhares de reprovação, esses então, não fazem diferença alguma.
O problema são as crianças de hoje, dizem muitos. Elas já nascem espertas demais, já não obedecem, não escutam a gente, dizem os pais. Será?
Neste dia das crianças milhares de pais irão presentear seus filhos, levá-los para passear e fazer o que eles quiserem. Ótimo, crianças precisam disto. Entretanto, temo que muitos destes presentes e mimos sejam apenas formas de amenizar culpas e compensar a ausência e até gastar um dinheiro que talvez nem tenham.

ROMPENDO AS BARREIRAS DO SOFRIMENTO

Ser ou não servos de Deus não nos deixa imunes ao sofrimento, nem ás dores, doenças, injustiças, decepções... Jesus disse: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passai por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo. 16.33).
Podemos constatar em nossas vidas as palavras do Mestre.“Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, e os meus sofrimentos... que variadas perseguições tenho suportado!. De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.”(2 Tm. 3.10-12). O sofrimento nos confirma como membros da raça humana em geral e do povo de Deus em particular

FALAR E TER VIDA COM DEUS

“... Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar".Josué 1.9 
Falar com Deus é fácil, mas ouvi-lo requer vida com Ele! 
Muitas pessoas vivem satisfeitas consigo mesmas 
Oram, leem a Bíblia, no seu entendimento, falam com Deus todos os dias, orgulhosas por estar cumprindo o seu papel de cristão 
Ledo engano! 
Grande parte dessas pessoas, preocupam-se em dar uma resposta, muitas vezes para si mesmas, outras vezes para a sociedade que os cercam 
Necessariamente, essa atitude não representa ter vida com Deus, pois ao terminar o devocional, fecham a porta e excluem Deus pelo resto do dia. Eu dou o nome de religiosas, para pessoas assim 
Na vida com Deus, estamos em todo o tempo com Deus em nossos lábios, atitudes e principalmente no pensamento.
Vida com Deus é comer, beber, falar e respirar a presença do Pai em todos os lugares, em meio à multidão, ou sozinho, sem fanatismo, sem extremismos